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4 macacos são encaminhados para santuário que abriga primatas em Lucas
27 de Agosto de 2024 as 12h 36min
Santuário abriga primatas ameaçados de extinção – Foto: Divulgação
Quatro macacos foram destinados para o Santuário Onça Pintada, em Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), esta semana.
O santuário fica no município de Curvelo e integra o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos ameaçados de extinção, cujas diretrizes são estabelecidas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverisdade (ICMBio).
As espécies enviadas são um macaco-barrigudo fêmea, um macaco cuxiú fêmea, um macaco-aranha macho e um macaco zogue-zogue macho.
O macaco-barrigudo fêmea foi entregue de forma voluntária em Cuiabá, pois encontrava-se irregularmente com uma pessoa.
Já o macaco cuxiú estava em uma praça no município de Sorriso e foi capturado pois frequentemente atacava as pessoas que passavam pelo local.
As duas fêmeas estavam sob os cuidados do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), localizado em Lucas do Rio Verde.
O macaco-aranha foi resgatado em Barra do Bugres e estava apático com sinais de domesticação. O macaco zogue-zogue foi resgatado em Campos de Júlio e estava abatido.
Antes de irem para Minas Gerais, estavam alojados no Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, em Várzea Grande.
Por serem animais que tinham sinais de domesticação, associado ao fato de não ser possível a localização dos seus bandos originários, os primatas não puderam ser reintegrados à natureza.
Desta forma, foram destinados ao Santuário Onça Pintada para em conjunto com outros animais da mesma espécie, formarem novas famílias e estarem em segurança em cativeiro.
Após passarem por avaliação médica e tratados foram considerados aptos a serem destinados ao mantenedouro. O envio foi realizado em parceria com a Latam Cargo, por meio do programa Avião Solidário, que de forma gratuita promove o envio de animais silvestres por todo Brasil com o objetivo da preservação da fauna pela conservação ex situ, ou seja, fora de seu habitat natural.
“Os animais foram enviados a um local com uma infraestrutura compatível com a demanda dos animais e com os desafios ambientais que eles necessitam. Por serem espécies com diferentes graus de ameaça de extinção, além da incontestável qualidade e bem-estar dos animais, um dos principais fatores do envio destes animais é a composição de populações de segurança em cativeiro. Isto é um dos principais pilares da conservação”, explica a analista de Meio Ambiente da Sema e médica veterinária Danny Moraes.
Fonte: DA REPORTAGEM
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