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Terça Feira, 31 de Março de 2026

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ACRIMAT: Ágio da arroba do bezerro sobre boi gordo aumenta

Alta pressionou poder de compra do pecuarista

13 de Abril de 2021 as 07h 00min

Foto: Divulgação

DA REPORTAGEM

 

O preço do bezerro tem valorizado a passos mais largos que o do boi gordo. No primeiro bimestre, o ágio do animal de cria subiu 2,61 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 23,64% segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Já no comparativo entre os meses de março e fevereiro deste ano, a diferença ficou ainda maior: 26,5%. O ágio, neste caso, é quando o quilo da carcaça do bezerro custa mais que o quilo da carcaça do mesmo animal transformado em boi gordo.

Para o diretor-técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Francisco Manzi, o aumento é consequência do momento em que se encontra o ciclo da pecuária. “Nós tivemos um abate muito grande de matrizes e agora falta bezerro. Quando isso é associado ao preço mais alto das rações e ao custo de produção do próprio criador, faz com que nós tenhamos atingido este número histórico”, pontua.

O ágio é considerado um importante balizador na rentabilidade do pecuarista que investe em recria e engorda, especialmente nos momentos de transição no ciclo pecuário. De acordo com a Acrimat, a maior diferença pressiona ainda mais o poder de compra dos recriadores e confinadores.

“Se o bezerro estivesse sendo vendido a preço de corte, um animal com 6 arrobas – por exemplo – a um preço médio de R$ 300/@ aqui em Mato Grosso, seria vendido por R$ 1,8 mil. Só que este animal está sendo comercializado hoje por R$ 3 mil. Ou seja, o invernista e o recriador, quando ele compra esse bezerro e paga esse valor, ele tem que diluir esses R$ 1,2 mil a mais ao longo das próximas arrobas que ele vai ter que produzir para entregar no frigorífico. Ou seja, ele já chega com um déficit de R$ 1,2 mil para ser amortizado ao longo da engorda”, analisa Manzi.

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