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Quarta Feira, 04 de Março de 2026

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“A CULPA NÃO É NOSSA”: Mauro Mendes questiona aumento de preço em produtos da cesta básica

Mendes diz que caso precisa ser investigado

01 de Fevereiro de 2020 as 08h 30min

Foto: Marcos Verguero/Secom-MT

CLEMERSON SM

clemersonsm@msn.com

 

As discussões sobre o aumento no preço de produtos ainda vêm gerando assunto. Durante a audiência pública provida pelo Governo do Estado, o governador Mauro Mendes (DEM), questionou os motivos de itens da cesta básica, como arroz, feijão e açúcar tiveram elevação nos preços, se sobre esses produtos não são taxados pelo ICMS.

“Quase não existe imposto em cima da cesta básica aqui em Mato Grosso. Assim sendo, não tem porque termos uma das cestas básicas mais caras do país. Isso precisa ser investigado. Por que o arroz, o feijão, açúcar subiram de preço se não têm imposto? O que não pode são algumas pessoas colocarem a culpa no governo de algo que o governo não fez”, pontuou o governador Mauro Mendes.

De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, em conversa com jornalistas na capital do estado, alguns setores do comércio e combustível, podem estar realizando o aumento de preços considerado desproporcional pelo Governo como estratégia para que haja uma revisão nas mudanças da legislação tributária de Mato Grosso.

Mas o homem forte da economia mato-grossense disse que o Governo não vai ceder a “gritarias generalizadas”.

“Pode ser uma estratégia, colocar a sociedade contra o Governo. Mas isso não está colando. Estamos demonstrando claramente que o impacto é muito menor do que o que foi para as gôndolas. Nós estamos abertos ao diálogo, mas não vamos que aceitar que sejam imputados ao Governo aumentos maiores do que foi a revisão dos benefícios, que antes eram privilégios fiscais”, disse.

Aos setores que foram afetados com a mudança do imposto, o governo insiste que não houve um aumento, mas sim, a redução de alguns privilégios.

“Por isso, queremos serenar os ânimos, fazer reuniões técnicas, demonstrar quais impactos. Aí, sim, vamos debater eventuais mudanças. Mas fazer gritaria e achar que o Governo vai cair nessa e revisar os incentivos para voltar a patamares não republicanos, isso não irá ocorrer”, disse Gallo.

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