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Acusado de latrocínio tentado em Medicilândia/PA é solto após ficar 3 meses preso
O homem foi preso em agosto, mas solto em novembro após decisão judicial
01 de Dezembro de 2021 as 14h 00min
Advogado do caso, Marcos Vinícius Borges trouxe detalhes da decisão – Foto: Divulgação
O suspeito C.D.S.D (idade não informada) foi preso no último dia 6 de agosto após cumprimento de um mandado de prisão expedido pela juíza da Comarca de Medicilândia, no Pará.
O homem obteve o benefício de responder em liberdade após ser acusado de roubar a mão armada uma motocicleta e dinheiro, juntamente com dois comparsas. Em depoimento da vítima e dos comparsas, ainda ficou constatado que o suspeito teria efetuado um disparo de arma de fogo contra essa vítima – configurando o crime de latrocínio tentado.
De acordo com o advogado de defesa de C.D.S.D., Marcos Vinicius Borges, a peça acusatória veio ‘recheada de vícios’ que impedem a ampla defesa do acusado e a ‘falta de elementos juntados pela acusação inviabilizavam a permanência da segregação cautelar’ do suspeito.
“Iniciamos a defesa na data de 9 de setembro quando o suspeito já se encontrava preso. Por ser um processo extenso, foi necessária a cautela nos pontos debatidos e levado ao juízo. E este juízo merece aplausos, afinal, avaliou o processo dentro de um senso de justiça, oportunizando que o mesmo comprove sua inocência em liberdade”, destacou Borges.
O alvará de soltura do suspeito foi expedido no dia 23 de novembro, porém o C.D.S.D. continuará respondendo o processo em liberdade, cumprindo as medidas cautelares impostas para não retornar à prisão, dentre elas: a proibição de portar arma de fogo; comparecer a todos atos do processo que for intimado; proibição de se ausentar da comarca em que reside; obrigação de manter seu endereço atualizado; recolhimento domiciliar entre as 22h e 6h; bem como a proibição de manter qualquer tipo de contato com as testemunhas arroladas no processo.
Ainda foi questionado ao advogado se não seria uma punição branda ao suspeito em relação à gravidade do crime, bem como o grau de violência apresentado pelo suspeito – segundo os depoimentos dos comparsas do próprio suspeito e da vítima, ao informar que existiu um disparo de arma de fogo contra a vítima mesmo após a consumação do roubo.
O advogado respondeu que a decisão veio perfeitamente embasada em Lei, e critica posições diversas. “É sempre mais fácil criticar do que superar. Inventar palavras ou buscar meios de comunicações para denegrir o trabalho de quem se destaca é apenas um meio desesperado de elevar o ego de profissionais desconfortáveis com o êxito alheio já que estes que buscam tal artimanha não possuem trabalho em que se destaquem”.
De acordo com Marcos Vinícius Borges, ele teria sido recentemente atacado por um veículo de comunicação supostamente comandado por uma ex-assessora política, a qual teve conflito meses atrás. “Infelizmente, não podemos expor a porcentagem de êxitos em nossos trabalhos, mas temos orgulho de estar sempre presentes em jornais decentes e éticos, bem como em matérias nacionais destacando um trabalho digno de nosso escritório que atualmente possui o prazer de atender clientes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Pará”, finalizou o advogado.
Fonte: JOSÉ ROBERTO GONÇALVES
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