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Terça Feira, 13 de Outubro de 2026

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Algoldão: qualidade da fibra traz reflexos na rentabilidade

10 de Março de 2026 as 15h 35min

Manejo assertivo tem impacto na competitividade da cotonicultura – Foto: Divulgação

Com o plantio da safra de algodão 2025/26 entrando na reta final e diante do cenário global de estoques altos, pressionando os preços, a qualidade da fibra passa a assumir papel ainda mais estratégico na cotonicultura.

“Em um mercado cada vez mais exigente, o valor final do algodão deixa de ser definido apenas pela produtividade e passa a ser determinado, principalmente, pelo padrão de excelência”, afirma Giovani Zimmermann, engenheiro agrônomo e desenvolvedor de mercado da Satis no Mato Grosso.

Esse padrão influencia diretamente bonificações, descontos comerciais, contratos de venda e o nível de aceitação pela indústria têxtil, elevando a exigência por um algodão de qualidade.

Na avaliação geral, a qualidade da fibra é o reflexo de um manejo assertivo. Ela começa no solo, passa pela nutrição equilibrada, controle de estresses, timing correto das decisões e termina na colheita.

“Em um cenário de maior pressão econômica, priorizar qualidade é investir em competitividade. É isso que transforma manejo em valor e garante sustentabilidade ao sistema produtivo do algodão”, ressalta Zimmermann.

Por isso, o timing das intervenções ao longo do ciclo é decisivo. Zimmermann explica que as fases de florescimento e enchimento das maçãs (fruto do algodoeiro) são extremamente sensíveis. Se a planta sofre estresse nessas janelas, o impacto aparece depois, acarretando perdas de valor e dificuldades de comercialização.

Nesse contexto, a Satis como provedora de soluções possui ferramentas capazes de fazer o ajuste fino nos timings necessários. “As soluções Satis complementam o sistema em fases críticas, permitindo ajustes rápidos para reforçar o metabolismo da planta. É um suporte que ajuda a manter a planta ativa e consequentemente uma uniformidade no enchimento das maçãs, estabilidade fisiológica, teto produtivo e principalmente qualidade final da fibra”, afirma.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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