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Após compra de gestão, média de público na Arena do Grêmio supera a do Palmeiras
20 de Setembro de 2025 as 09h 26min
Reduções foram de 42% e 64% - Foto: Divulgação
A mudança de gestão na Arena do Grêmio impactou de forma imediata os jogos do clube. Nas últimos cinco partidas, organizadas pela administração do empresário Marcelo Marques, a média chegou a 33.967 pagantes por partida — o número supera a média do Palmeiras, terceiro no Brasileirão e com Libertadores no calendário, com 32.316 pagantes por jogo em 2025.
O último jogo antes da equipe de Marques assumir foi Grêmio 2x0 São José, em 8 de julho. Até então, a média da casa tricolor era de 20.938 pagantes.
A primeira medida de Marques foi determinar a redução no preço dos ingressos. Na partida que abriu o ciclo — Grêmio x Alianza Lima — as entradas custaram R$ 40, no setor mais barato, é R$ 90, no mais caro. Na última partida antes da troca administrativa, esses mesmos ingressos custaram R$ 70 e R$ 250, respectivamente. As reduções foram de 42% e 64%.
Conforme o ge apurou, a nova tabela de preços foi possível porque Marques decidiu acabar com a margem de lucro mantida pela Arena Porto-Alegrense, ligada à antiga construtora OAS. O empresário prometeu pagar do bolso eventuais prejuízos na operação e entregar a gestão ao Grêmio em 2026 no "zero a zero". Isto é, sem dívidas.
Financeiramente, o aumento de público resultou também em aumento na média de bilheteria: R$ 1.624.422,40 na gestão Marques, R$ 8.122.112,00 na soma das partidas. Antes, era de R$ 1.313.861,33, com total de R$ 23.649.504,00 em 18 jogos.
Mesmo assim, os valores dos ingressos começaram a ser reajustados. Na partida diante do Mirassol, no sábado, a entrada mais em conta custou R$ 60 e a mais "salgada", R$ 150. O motivo é buscar o equilíbrio financeiro e entregar ao Grêmio uma Arena que seja fonte de receita e não de prejuízo.
Desportivamente, o Grêmio ainda não conseguiu aproveitar o novo ciclo do estádio. Dos últimos cinco jogos, venceu apenas um, perdeu e empatou dois, contando a desclassificação nos playoffs da Sul-Americana.
INTER
O Inter tem um acordo com o grupo de jogadores para pagamento de direitos de imagem atrasados. O diretor esportivo D'Alessandro foi quem revelou a situação em entrevista coletiva nesta sexta-feira. “Salário em dia, imagem conforme combinada com os atletas. Entendido?”, revelou o diretor esportivo D’Alessandro.
Não é de hoje que a questão financeira colorada entra em cena. O clube atravessa situação delicada. Um dos assuntos mais comentados é a cobrança do Flamengo pelas parcelas da compra do volante Thiago Maia desde o ano passado.
Os gaúchos foram acionados na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). O valor é de 1.472.588,33 de euros (cerca de R$ 9,3 milhões) por não honrar o contrato, além de pouco mais de R$ 500 mil por honorários advocatícios e custas do processo.
O Lanús entrou com uma ação na FIFA contra o Inter também pela parcela aberta referente à aquisição de Braian Aguirre. Os argentinos alegam que não ocorreu o pagamento de US$ 100 mil, equivalente a R$ 565 mil do período em que o acordo foi firmado.
O Colorado também entrou na CNRD para que o Atlético-MG pague uma dívida pela compra de Patrick. Os gaúchos ainda têm valores a receber do Vasco. Cobram 2 milhões de euros (R$ 12,6 milhões pela cotação atual) do clube carioca pela compra do atacante David.
Fonte: DA REPORTAGEM
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