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Segunda Feira, 13 de Abril de 2026

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Após ser afastado do cargo, Emanuel diz que irá recorrer da decisão

O prefeito afastado é acusado de fazer contratações irregulares por interesse político

19 de Outubro de 2021 as 12h 57min

Após o Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinar o afastamento de suas funções como prefeito de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro declarou à imprensa na tarde de ontem (19), que vai recorrer da decisão.

Em nota o prefeito afastado se diz “surpreso” com a deflagração da Operação Capistrum, e que não houve contratação irregular de profissionais na Saúde. “Recebeu com surpresa decisão que gerou afastamento de suas funções em razão de apuração por contratação irregular de servidores da Saúde em Cuiabá. Amparado pela transparência, o gestor púbico posteriormente irá se manifestar à população e imprensa. Reitera que está à disposição das autoridades competentes e vai colaborar para o pronto esclarecimento dos fatos”, diz nota publicada por sua assessoria de imprensa.

O foco da investigação é criação de uma suposta organização criminosa tendo como objetivo a contratação de servidores temporários para a Secretaria de Saúde da capital. De acordo com as investigações do Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), a maioria das contratações realizadas foram para atender interesses políticos de Pinheiro.

Além do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que teve cumprido mandados de busca e apreensão e sequestro de bens, são alvos da investigação a primeira-dama Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro, o chefe de gabinete, Antônio Monreal Neto, a secretária-adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza.

Todos foram afastados de suas funções e no caso do chefe de gabinete, sua prisão temporária foi autorizada.

Até o momento a investigação não aponta desvios diretos de recursos, mas consta que o pagamento indevido do chamado 'Prêmio Saúde' a servidores teria causado um rombo estimado de R$ 16 milhões.

Como base de sustentação do inquérito instaurado pelo NACO, estão as declarações do ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Huark Douglas Correia em acordo firmado com Promotoria de Justiça.

O ex-secretário revelou que durante o período em que ficou à frente da pasta, a Secretaria teria contratado mais de 250 servidores temporários, onde a maioria seria para atender interesses políticos.

Ele revela ainda que o próprio prefeito afastado, Emanuel Pinheiro teria dito que as contratações seriam um “canhão político” e que muitas dessas indicações eram feitas, principalmente por vereadores.

Com o afastamento de Emanuel Pinheiro, quem assume o cargo é o vice-prefeito, José Roberto Stopa, que também é responsável pela Secretaria de Obras Públicas.

Fonte: CLEMERSON SM

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