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Quarta Feira, 08 de Abril de 2026

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As lições de Zâmbia que ficam para as quartas contra o Canadá

Com algumas jogadoras titulares poupadas, Brasil sente a forte movimentação das rivais

29 de Julho de 2021 as 20h 00min

Jogadoras comemoram gol da vitória sobre a Zâmbia – Foto: Divulgação

E lá vem o Canadá de novo. A seleção brasileira conheceu seu adversário nas quartas de final do torneio feminino de futebol nas Olimpíadas. O cruzamento foi definido depois da vitória do Brasil diante de Zâmbia por 1 a 0, e Saitama.

O magro resultado contrastou com a atuação destacada diante da Holanda na segunda rodada. Ficaram algumas lições para o começo do mata-mata.

O esquema veloz de jogo das rivais provocou correria no setor defensivo do Brasil. Banda assustou durante boa parte do jogo e muitas vezes nas costas da marcação. No combate físico, a seleção acabava perdendo a corrida. O problema foi resolvido quando Pia encostou Rafaelle na jogadora.

Claro, a alteração na escalação inicial, com o descanso de Erika na zaga, também influenciou. Mas vi com bons olhos os testes propostos por Pia. Era o jogo para fazer isso. Em razão disso, também a queda de desempenho.

Além da defesa, a treinadora ainda poupou em outros setores como Tamires na lateral esquerda, Andressinha no meio, além e Debinha, que acabou entrando aos 35 minutos do segundo tempo, Bruna Benites e Duda.

Outra questão a se observar foi a compactação, tão pedida por Pia durante as coletivas e entrevistas. As jogadoras ficavam espaçadas em campo e deixavam com que Zâmbia povoasse o meio de campo, sobrando as pontas para que se criasse chances ofensivas.

A percepção é que Debinha fez falta à movimentação assim também como Bia Zaneratto, que saiu muito cedo do jogo com um corte no supercílio. Em seu conjunto, foi um jogo ruim e as paradas do VAR e lesões constantes contribuíram bastante.

AS RIVAIS
Adversário nesta sexta (30), às 4h, o Canadá tem algumas peças fundamentais em seu esquema. Jogadora do Manchester City, Janine Beckie foi responsável por dois gols na vitória por 2 a 1 contra o Chile.

O caminho ofensivo tem nela um ponto forte, assim como Lawrence, do PSG, que garante sempre as assistências ao setor ofensivo. O ponto positivo é o Brasil já ter enfrentado o Canadá por diversas vezes. Então, visualizar o jogo das rivais fica um pouco mais fácil. Claro, a tarefa não será fácil, mas é bem possível à seleção feminina.

Fonte: DA REPORTAGEM

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