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Terça Feira, 01 de Setembro de 2026

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Atlético tem Arena MRV como arma nos confrontos eliminatórios

01 de Setembro de 2026 as 03h 49min

Arena é trunfo para o Galo – Foto: Divulgação

A Arena MRV se tornou um trunfo do Atlético-MG nas decisões de mata-mata. O retrospecto do time em casa é positivo quando vale classificação - avançou em 10 oportunidades, enquanto foi parado em apenas duas. O Galo conta com essa fortaleza para o jogo contra o Cruzeiro, nesta terça (1º), às 20h, quando vai decidir a vaga às quartas de final da Copa do Brasil.

O fator casa pode contar a favor do Atlético. No Mineirão, o jogo de ida terminou empatado por 1 a 1. Quem vencer avança de fase. Uma nova igualdade leva a decisão para os pênaltis.

Desde a inauguração da Arena MRV, em agosto de 2023, o Atlético disputou 11 jogos mata-mata no estádio - considerando apenas os duelos de volta dos confrontos. Entre as competições, estão partidas da Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana.

O primeiro mata-mata foi em 2024. Na ocasião, o Galo eliminou o CRB ao vencer por 3 a 0 o duelo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Nesta mesma edição, a equipe empatou com o São Paulo o jogo de volta das quartas de final e classificou-se (havia vencido por 1 a 0 a partida de ida).

Na grande final, veio a primeira decepção em jogos classificatórios. Na decisão na Arena MRV, o Atlético perdeu para o Flamengo por 1 a 0 (4 a 1 no agregado) e amargou o vice-campeonato.

Neste mesmo ano, decidiu duas vezes vaga na Libertadores. Venceu o San Lorenzo, da Argentina, por 1 a 0, pelas oitavas de final, e o Fluminense por 2 a 0, pelas quartas. O Galo disputou a final com o Botafogo, mas também acabou vice.

Em 2025, veio a primeira disputa de pênaltis em mata-mata na Arena MRV. O Atlético eliminou o Bucaramanga pelos playoffs da Sul-Americana depois de, no tempo normal, ter perdido 1 a 0 para o time colombiano.

Ainda pela Sul-Americana, o Alvinegro bateu o Bolívar, da Bolívia, por 1 a 0, pelas quartas de final, e venceu o Independiente del Valle por 3 a 1, pela semifinal.

Na Copa do Brasil, passou do Maringá na terceira fase ao vencer por 4 a 0. Nas oitavas de final, mandou para casa o Flamengo, com vitória nos pênaltis - no tempo normal, o rubro-negro havia vencido por 1 a 0.

Já nas quartas de final, perdeu para o Cruzeiro por 2 a 0 e sofreu a segunda eliminação em mata-mata na Arena MRV. O jogo de ida havia ficado 2 a 0 para o time celeste. Neste ano, a única decisão na Arena MRV foi contra o Bragantino, pelas oitavas de final da Sul-Americana. O Galo empatou por 2 a 2; no jogo de ida, o Alvinegro venceu por 1 a 0.

CRUZEIRO

Mesmo com a derrota por 3 a 1 para o Vasco, Otávio deixou São Januário como o principal nome do Cruzeiro em campo. Tudo isso com o experiente Cássio no banco de reservas, após se recuperar de cirurgia no joelho. O jovem falou sobre a relação com o companheiro e também sobre o clássico contra o Atlético-MG, na Copa do Brasil.

As oportunidades surgiram para Otávio justamente em função da lesão que Cássio sofreu no joelho, em março. O jovem assumiu a posição em abril, vencendo disputa com Matheus Cunha, e voltou a ter o goleiro de 39 anos como concorrente no início deste mês.

Otávio não falou diretamente sobre a briga por posição com Cássio, mas detalhou qual tem sido o papel do experiente goleiro nos jogos em que fica no banco de reservas. “É um grande amigo, um ídolo, uma referência. Tê-lo por perto me ajuda, me tranquiliza. Ele me ajuda muito, me coloca para cima, sempre. Importante para mim e para o grupo”.

Otávio consegue mais uma boa atuação às vésperas de um dos jogos mais importantes do Cruzeiro na temporada. Na terça-feira, o time enfrentará o Atlético-MG, na Arena MRV, precisando vencer para chegar à semifinal da Copa do Brasil. Em caso de empate, a decisão da vaga será nos pênaltis.

O jovem goleiro ainda não enfrentou nenhuma disputa de pênaltis no profissional. Com a bola rolando, sofreu quatro cobranças e ainda não defendeu, mesmo tendo chegado perto em duas delas. O goleiro leva a possibilidade com naturalidade.

“Fico tranquilo, porque a gente tem o trabalho de estudos, de observar o adversário. Na base, consegui muitas vezes ajudar em pênaltis. Se precisar de mim, estarei lá para ajudar da melhor maneira”.

Fonte: DA REPORTAGEM

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