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Sexta Feira, 15 de Maio de 2026

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Bolsonarismo indica apoio a Pivetta e fecha as porta a Wellington em MT

23 de Outubro de 2025 as 04h 45min

Cúpula do PL nacional intervém em Mato Grosso – Foto: Assessoria

A direção nacional do Partido Liberal (PL) reafirmou o apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta como principal nome da coalizão no estado, em detrimento da pré-candidatura do senador Wellington Fagundes. A decisão foi comunicada pelo presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, ao comando estadual em Mato Grosso, Ananais Filho.

A articulação conta com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teria endossado a parceria entre o PL e o grupo político do governador Mauro Mendes (União Brasil), o que automaticamente enfraquece o projeto de Wellington no Palácio Paiaguás.

Nos bastidores, a insistência de Wellington em formalizar uma aliança com a deputada Janaina Riva, apontada como possível cabeça de chapa ou vice, acabou provocando reação contrária da cúpula partidária, que passou a valorizar mais o nome de Pivetta.

A mudança de rota representa não apenas uma redefinição da tática eleitoral local, mas também uma demonstração do poder interno de Bolsonaro sobre a sigla, inibindo dissidências ao redor de candidaturas consideradas “não prioritárias”.

Para Wellington, que vinha construindo apoios regionais e articulando com prefeitos e lideranças locais, a decisão do PL nacional representa um revés significativo: sua pré-candidatura ao governo do Estado agora carece de respaldo central.

Pivetta, por sua vez, ganha fôlego para mobilizar recursos e alianças no ano pré-eleitoral de 2026, aproveitando o endosso do PL e a proximidade com o governo estadual em exercício.

Analistas avaliam que o alinhamento entre o PL e o grupo de Mauro Mendes visa consolidar uma frente ampla de centro-direita no Estado, reduzindo as margens de conflito interno que poderiam enfraquecer o bloco eleitoral.

Por outro lado, para Wellington resta a opção de manter sua base de apoio regional ou buscar outra composição partidária — caminho que pode gerar fragmentação ou até uma nova disputa interna pela vaga.

A confirmação da aliança oficial ainda depende de formalização em convenções, mas o sinal emitido esta semana já serve como marco para os demais atores políticos do Estado.

Fonte: CLEMERSON SM

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