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Quarta Feira, 22 de Abril de 2026

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Bolsonaro faz mais de um milhão de votos e vence Lula no estado

03 de Outubro de 2022 as 13h 00min

Bolsonaro e Lula vão para o segundo turno – Foto: Divulgação

Jair Bolsonaro (PL) foi o candidato a presidente da República mais votado em Mato Grosso. Ele venceu seu principal adversário, o ex-presidente Lula (PT). Com 98% das urnas apuradas, foram 1.086.271 de votos, ou 59,88%. Lula, por sua vez, fez 623.063 votos – 34,34%.

O resultado confirma as pesquisas de intenção de voto que foram divulgadas ao longo da campanha eleitoral nas quais Bolsonaro liderava no estado.

Em 2018, obteve 60% dos votos válidos em Mato Grosso - 981 mil votos. No segundo turno do mesmo ano, Bolsonaro levou a vitória com 1.085 Milhão de votos.  Bolsonaro além de ser presidente, já foi deputado federal por sete mandatos consecutivos, de 1991 a 2019.

A chapa tem como vice-presidente o General Braga Neto, também do PL. O candidato apoiou o governador eleito, Mauro Mendes (União Brasil), reeleito, e o senador Wellington Fagundes (PL), também reeleito.

NACIONAL

Lula e Bolsonaro vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais. A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h25 (de Brasília), quando 96,93% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula tinha 47,85% dos votos válidos, e Bolsonaro 43,7%.

Com o resultado, daqui a quatro semanas, no dia 30, eleitores de todo o país vão definir entre a volta do PT – que governou o país por 14 anos, somando os governos Lula e Dilma Rousseff – e a continuidade do governo Bolsonaro, iniciado em 2018.

O candidato eleito em segundo turno toma posse no cargo no próximo dia 1º de janeiro, em cerimônia no Congresso Nacional. Desta vez, o mandato presidencial terá quatro dias a mais: uma reforma eleitoral aprovada em 2021 definiu que, em 2027, a posse presidencial será em 5 de janeiro.

No início da tarde, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, afirmou em entrevista que a votação vinha sendo realizada de forma "tranquila e harmoniosa". Moraes citou a ocorrência de problemas comuns em dias de votação, como filas um pouco maiores no horário do almoço.

O presidente do TSE também afirmou que a Justiça Eleitoral não registrou ocorrências específicas relacionadas ao descumprimento ou questionamento das medidas de segurança implementadas este ano – como a proibição de levar o celular para a cabine de votação e a proibição de portar armas nas imediações da seção eleitoral.

"Dia de eleição não é dia de arma. Eu digo, disse e repito, a arma do eleitor é o voto. Não se justifica que no dia de eleição, quando há uma aglomeração maior de pessoas, as pessoas saiam para praticar tiro. Tem outros dias para isso", disse Moraes.

Até o fim da manhã de domingo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública contabilizava 200 registros de crimes eleitorais, incluindo 75 ocorrências de boca de urna e nove violações do sigilo do voto. Os números definitivos devem ser divulgados no início da semana.

AS CHAPAS NA DISPUTA

A chapa que recebeu o maior número de votos no primeiro turno é formada pelo ex-presidente Lula e pelo ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) – candidatos a presidente e vice, respectivamente.

A antes improvável aliança entre Lula e Alckmin foi confirmada em abril, poucos meses após o ex-governador deixar o PSDB, partido que ajudou a fundar e ao qual foi filiado por 34 anos. Ao longo da campanha, Alckmin agiu para reduzir a resistência de empresários e investidores à campanha de Lula.

Do outro lado da disputa, estão o presidente Jair Bolsonaro e o general Braga Netto, que foi ministro da Casa Civil e da Defesa de 2020 até março deste ano.

Braga Netto ocupa na chapa o espaço deixado pelo atual vice-presidente Hamilton Mourão, que protagonizou descompassos com Bolsonaro nos últimos quatro anos e até foi alvo de críticas públicas do presidente.

Mais sintonizado com o presidente, Braga Netto é também um vice mais próximo da cúpula das Forças Armadas – o que serve aos propósitos de Bolsonaro de usar os militares como um elemento de manifestação de poder e autoridade nas negociações políticas.

Fonte: DA REPORTAGEM

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