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Domingo, 15 de Fevereiro de 2026

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Buzetti esbarra em federação no sonho de voltar ao Senado

07 de Janeiro de 2026 as 09h 43min

Retorno ao PP a deixou sem espaço claro a para disputa – Foto: Assessoria

A estratégia eleitoral da suplente de senadora Margareth Buzetti enfrenta entraves dentro da federação União Progressista. A aliança entre PP e União Brasil redesenhou prioridades em Mato Grosso. Nomes consolidados dominam o cenário. O movimento levanta dúvidas sobre o caminho escolhido pela parlamentar para 2026. 

A tentativa de Margareth Buzetti de viabilizar uma nova candidatura ao Senado segue emperrada, agora dentro da própria federação formada por PP e União Brasil. A aliança, que ampliou o peso nacional das siglas, reduziu o espaço político da senadora em Mato Grosso e a empurrou para uma posição periférica nas articulações.

O ponto central do impasse é a prioridade definida pelo União Brasil, partido majoritário da federação no estado. A legenda trabalha abertamente com dois nomes para o Senado: o governador Mauro Mendes e o senador Jayme Campos. Nesse desenho, onde Buzetti se encaixa? Há margem real para um terceiro nome ou a disputa já está, na prática, fechada?

Nos bastidores, dirigentes do União Brasil consideram mais provável que Jayme Campos dispute a reeleição ao Senado, e não o Governo do Estado. Esse movimento fortalece a construção de uma “dobradinha” com Mauro Mendes, cenário que inviabiliza, ao menos neste momento, qualquer projeto alternativo dentro da federação.

Ainda assim, Buzetti optou por retornar ao PP. A decisão levanta questionamentos: por que voltar a um partido onde ela não figura como prioridade? Qual a lógica de apostar em uma federação onde o aliado mais forte já tem seus candidatos definidos?

Diante da possibilidade de permanecer em segundo plano, aliados da senadora passaram a discutir alternativas, incluindo uma eventual mudança partidária. O Partido Novo aparece como opção, embora tenha baixa presença em Mato Grosso. Seria uma aposta estratégica ou apenas uma saída diante do isolamento político?

Fonte: DA REPORTAGEM

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