Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Sábado, 25 de Abril de 2026

Noticias

Candidato diz que pagou R$ 50 mil para professor fazer sua prova

23 de Fevereiro de 2022 as 10h 00min

Polícia Civil apreendeu celulares e os documentos dos envolvidos – Foto: Divulgação

Investigações da Polícia Civil identificaram que o candidato C.E.M.C., preso acusado de fraudar o concurso da Segurança Pública em Cáceres, pagou R$ 50 mil para que o professor de cursinho e policial penal, L.A.D., fizesse a prova no seu lugar.

Segundo o boletim de ocorrência, C.E.M.C. alegou que era “ruim de redação” e, por isso, pagou e trocou de identidade com o professor para que ele pudesse realizar o exame em seu lugar. Além da dupla, mais duas pessoas - identificadas pelas iniciais M.A.C.A. e D.F.D. - foram presas no domingo após a Polícia Civil de Cáceres identificar o esquema. Todos os envolvidos são de Cuiabá.

Os policiais receberam uma ligação anônima comunicando sobre a troca de candidatos. Com essa informação, os investigadores foram até a Escola Estadual União e Força e encontraram o professor usando a identidade do candidato C.E.M.C. com sua foto colada.

Com a chegada da Polícia, o homem confessou o crime e indicou a escola onde o verdadeiro candidato estava fazendo a prova. Lá eles descobriram que C.E.M.C. usava o documento de L.A.D. para burlar o sistema de identificação. Em conversa com a coordenação da escola, os fiscais do concurso afirmaram que o candidato estava a todo momento indo até o banheiro, afirmando que se não fosse iria “fazer nas calças”. Desconfiados, eles chegaram a questionar o candidato, mas ele negou qualquer irregularidade.

Aos policiais, os dois confessaram que estavam carregando um celular Motorola V3 nas partes íntimas. A Polícia Civil relatou que o dispositivo era usado para que o professor pudesse repassar a resposta das questões por meio da vibração, sendo que um toque significava “letra A”, dois toques “letra B” e assim sucessivamente. Os celulares estavam envoltos em uma capa de silicone e foram apreendidos na delegacia.

Fonte: DA REPORTAGEM - Mídias News

Veja Mais

Sinop FC estreia na Segundona neste sábado contra o Sorriso EC

Publicado em 25 de Abril de 2026 ás 08h 14min


Professor é preso por coagir ex a abusar dos filhos e se passar por facção em Campo Verde

Publicado em 25 de Abril de 2026 ás 06h 10min


Entidades entregam a Flávio documento que pede criação de universidade federal

Publicado em 25 de Abril de 2026 ás 04h 12min


Jornal Online

Edição nº1785 - 25e27/04/2026