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Casal de turistas de MT denunciam espancamento em Porto de Galinhas
30 de Dezembro de 2025 as 08h 42min
Eles foram agredidos por diversas pessoas após confusão por valor de cadeiras de praia – Foto: Divulgação
Um casal de mato-grossenses, identificado como Johnny e Cleiton, publicou um vídeo nas redes sociais em que denuncia agressões que recebeu em Porto de Galinhas/PE, durante uma viagem de férias, após confusão pelo valor de cadeiras de praia.
Na gravação, eles explicam que estavam na praia e foram abordados por um vendedor para alugar cadeiras. Eles combinaram um valor, e, no momento em que foram pagar, foi cobrado quase o dobro do acordado. Johnny afirmou que logo que questionou o valor, afirmando que não pagaria a mais, o vendedor já partiu para a agressão, o atingindo com uma cadeira. Neste momento, várias outras pessoas entraram na briga, todas agredindo Johnny com objetos, socos e chutes.
“Quando eu me dei conta, não eram nenhum, nem dois, tinham uns 10, 15 em cima da gente, batendo na gente. Olha a situação que está meu rosto, meu rosto está completamente danificado, toda a lateral do meu corpo aqui está machucada porque eles bateram muito em mim”, afirmou Johnny, mostrando seus machucados.
Cleiton conseguiu fugir e avistar um salva-vidas, que chamou apoio do Corpo de Bombeiros. Neste momento, o parceiro afirmou que já era agredido por mais de 30 pessoas.
“Enfim, consegui sair correndo pedindo ajuda, gritando, entrando entre as barracas pedindo ajuda. Ninguém nos ajudou, todo mundo filmando, mas ninguém nos ajudou. E aí até que o corpo de bombeiros colocou a gente em cima do carro deles e eles, não contentes, continuaram agredindo a gente, batendo na gente, subindo em cima do carro”, disse.
Por fim, o casal foi salvo pelo salva-vidas e pelos bombeiros. “Até que a gente, graças a Deus, graças também ao salva-vidas, quero que também humildemente agradecer a eles, porque se não fossem eles, nessa hora a gente estaria morto. Porque realmente foi um massacre, foi um massacre”, complementou.
A dúvida que fica: será que os “prestadores” de (des)serviço estavam revoltados pela atitude (contraditória por parte deles mesmos) ou seria homofobia? Enfim, repensem seus destinos turísticos.
Fonte: DA REPORTAGEM
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