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Quarta Feira, 04 de Março de 2026

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CASO SANTINI: Bolsonaro atende pedido de seus filhos, mas recua com investigação da imprensa

Presidente recuou da decisão

31 de Janeiro de 2020 as 10h 30min

Foto: SECOM

CLEMERSON SM

clemersonsm@msn.com

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na manhã de ontem (30), vou atrás em sua decisão de renomear Vicente Santini dentro do Governo Federal. Santini havia entrado em polêmica após utilizar aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), para realizar viagens para a Europa e Ásia com custo de aproximadamente R$ 800 mil.

Apesar de não ser ilegal, já que Santini fazia parte do primeiro escalação do Governo, estando alocado como número dois dentro da Casa Civil, a medida foi considerada pelo próprio Bolsonaro como imoral.

"O que ele fez não é ilegal, mas é completamente imoral. Ministros antigos foram de aviões lá comercial, classe econômica. Eu mesmo já viajei no passado, não era presidente, para Ásia toda de comercial, classe econômica, e não entendi", disse o presidente.

Santini é bem próximo dos filhos de Bolsonaro, principalmente do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e foi por essa proximidade que o presidente decidiu a pedido dos filhos que o amigo fosse readmitido.

Mas Bolsonaro não contava que a imprensa fosse notar que na mesma edição extra do Diário Oficial estaria publicado a exoneração de Santini e a sua readmissão em outro cargo.

Na noite de quarta-feira (29), a própria Casa Civil havia informado que o próprio presidente Bolsonaro havia concordado com a nova nomeação de Santini após a polêmica com o avião da FAB.

Segundo a informação passada pela pasta, Bolsonaro em reunião presencial com Santini, disse que ele “deveria permanecer no Governo, mas em outro cargo”.

A imprensa notou, divulgou e o presidente precisou utilizar sua conta oficial do Twitter na manhã de ontem (30) para informar que iria tornar sem efeito a nova nomeação de Santini.

Na mesma rede social, o presidente anunciou que vai exonerar o ministro interino da Casa Civil, Fernando Wandscheer que ocupa o lugar do titular Onyz Lorenzoni que está de férias nos Estados Unidos.

Para alguns aliados do presidente, ouvidos pela imprensa que cobre o Governo em Brasília, o caso Santini serviu apenas como “bode expiatório”, com objetivo de enfraquecer o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni que desde que o Governo começou vem perdendo mais e mais espaço. Segundo esses aliados, a queda de Lorenzoni é questão de tempo e uma possível alternativa é unificar as funções da Casa Civil com a da Secretaria Geral de Governo, comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos.

 

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