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Cesta básica registra recuo de 2,57% na última semana de março em Cuiabá
02 de Abril de 2024 as 09h 26min
Forte variação ajudou a deixar o valor próximo do visto no mesmo período de 2023 – Foto: Divulgação
O Boletim Semanal da Cesta Básica, divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio-MT (IPF-MT), registrou recuo de 2,57% no valor médio do mantimento na última semana de março.
Esta é a variação de preço mais expressiva apurada desde o início do ano. A queda averiguada de R$ 20,15 está ligada, principalmente, a sete dos 13 itens que compõem a cesta, com todos apresentando diminuição.
Com preço médio de R$ 762,66, o valor do mantimento voltou a ficar estável no comparativo com a mesma semana de 2023, quando o valor averiguado estava em R$ 762,18.
O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, atrela o recuo no custo do mantimento à queda nos preços de alimentos do hortifruti. “O fator climático tem contribuído na maior volatilidade dos preços de produtos como o tomate e a batata, que tendem a mostrar as variações de preço nas gôndolas com maior rapidez”.
Rompendo a tendência de alta no preço médio do tomate nas últimas três semanas, a fruta apresentou variação negativa de 12,17%, com valor médio de R$ 9,28/kg, podendo ter relação com a oferta do produto em qualidade inferior, influenciado pelo clima que acelerou sua maturação, combinado com a diminuição da demanda. Ainda assim, seu valor médio atual está 27,58% maior que no mesmo período do ano passado.
Já a batata permanece em baixa, com variação de -4,74% em seu preço médio, que atingiu R$ 7,11/kg. A variação pode ter relação com o favorecimento de áreas de cultivo e melhores condições climáticas para a produtividade do tubérculo. Assim como o tomate, o preço da batata segue 23,94% maior no comparativo anual.
Com diminuição de 2,54%, a carne bovina chegou ao valor médio de R$ 33,45/kg e, na comparação anual, o cenário é ainda mais favorável ao consumidor, uma vez que o alimento apresenta variação de -9,72%.
A baixa da semana atual pode estar ligada ao aumento da oferta de carne bovina no mercado, junto à diminuição da demanda para consumo no período, além das dinâmicas locais de preço.
Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA
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