Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Terça Feira, 03 de Novembro de 2026

Noticias

Check-up vacinal ajuda a identificar doses pendentes e reforçar prevenção

27 de Outubro de 2026 as 06h 33min

Proteção contra infecções em todas as fases da vida – Foto: Divulgação

Manter a vacinação em dia é uma medida importante para prevenir doenças e também reduzir o risco de complicações e hospitalizações.

Além da proteção contra infecções comuns, a imunização ajuda a evitar o retorno da circulação de doenças controladas, como o sarampo, que voltou a registrar casos no Brasil em 2026.

Nesse sentido, a revisão da caderneta ajuda a identificar imunizações pendentes e a verificar quais são recomendadas para cada faixa etária e condição de saúde. No mês de outubro, em que celebramos o Dia Nacional da Vacinação, especialistas reforçam a importância desse cuidado na rotina.

Segundo a infectologista pediátrica do Sabin Diagnóstico e Saúde, Sylvia Freire, a checagem regular permite identificar as pendências e manter a proteção contra doenças que podem ser prevenidas.

“Manter a vacinação em dia é um cuidado que deve acompanhar todas as fases da vida. Por isso, é fundamental criar o hábito de revisar a carteira de vacinação e aproveitar cada oportunidade para atualizar as doses necessárias”, afirma.

A médica ressalta que a revisão da carteira de vacinação deve contemplar todos os imunizantes recomendados para cada faixa etária e condição de saúde. Entre eles, está a vacina contra a gripe (influenza), que deve ser administrada anualmente, já que sua composição é atualizada para acompanhar as mudanças nos vírus em circulação. “A vacinação reduz o risco de complicações, como pneumonias, e de hospitalizações, sendo especialmente importante para os grupos mais vulneráveis, entre eles crianças pequenas, idosos e gestantes”, afirma.

A vacina contra a covid-19 também merece atenção, de modo que as doses periódicas são recomendadas conforme a idade, as condições de saúde e as orientações vigentes para cada grupo, com o objetivo de reduzir o risco de formas graves da doença. Pacientes que fazem parte de grupos de risco , devem receber novas doses da vacina a cada 6 meses ou 1 ano, a depender da sua condição de saúde.

No que se refere a imunização contra o tétano, o reforço deve ser realizado a cada 10 anos, para aqueles com esquema primário completo. Adultos podem receber a vacina dT, que protege contra difteria e tétano, ou mesmo a vacina dTpa, com proteção adicional para coqueluche.

Já durante a gravidez, a dTpa é recomendada em todas as gestações a partir da 20ª, para favorecer a transferência de anticorpos ao bebê e protegê-lo contra a coqueluche nos primeiros meses de vida.

A partir dos 50 anos, a imunização contra o herpes-zoster está indicada para reduzir o risco da doença e de suas complicações. É causada pela reativação do vírus da varicela, que permanece no organismo após a catapora e pode voltar a se manifestar com erupções na pele e dor. “Um dos principais desdobramentos é a neuralgia pós-herpética, caracterizada por dor persistente mesmo após o desaparecimento das lesões”, explica a infectologista.

Já as vacinas pneumocócicas ajudam a prevenir infecções causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e infecções na corrente sanguínea.

Existem diferentes formulações atualmente disponíveis no Brasil, como VPC 10, VPC13, VPC15, VPC20 e VPP23, e a indicação de cada uma depende da idade, das condições clínicas e das doses recebidas anteriormente. A avaliação individualizada ajuda a definir o esquema mais adequado para cada pessoa.

Ainda, no contexto epidemiológico atual, cabe mencionar a imunização contra o sarampo. As doses da vacina tríplice viral também protegem contra caxumba e rubéola, e a recomendação é conferir o histórico vacinal e buscar orientação em uma unidade de saúde para completar o esquema, conforme a idade e as doses já recebidas.

“A imunização em massa ajuda a proteger tanto os indivíduos como aqueles que não podem se vacinar, como bebês muito novos ou pessoas com o sistema imunológico comprometido. Ainda, é importante em todas as fases da vida, ajudando a controlar a propagação de doenças infecciosas e reduzir a sobrecarga sobre o sistema de saúde”, completa Sylvia Freire.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

FGTS mantém orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação

Publicado em 03 de Novembro de 2026 ás 08h 47min


Conhecimento que conscientiza: Lei Maria da Penha é tema de palestra em Santa Carmem

Publicado em 03 de Novembro de 2026 ás 06h 47min


PAA Sorriso prevê aquisição de 22,7 toneladas de alimentos da agricultura familiar

Publicado em 03 de Novembro de 2026 ás 04h 42min


Jornal Online

Edição nº1917 - 03/11/2026