Noticias
CNA aponta 7 prioridades para o agro
07 de Julho de 2023 as 07h 06min
Reforma deve garantir segurança jurídica e simplificar o sistema tributário sem aumentar a carga de impostos – Foto: Divulgação
O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, se reuniu com os presidentes de Federações Estaduais de Agricultura e Pecuária para discutir as prioridades do agro e da sociedade brasileira na reforma tributária.
Ele afirmou durante a reunião que a reforma deve garantir segurança jurídica e simplificar o sistema tributário sem aumentar a carga de impostos.
A CNA tem subsidiado a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com estudos técnicos que mostram os impactos econômicos para os produtores e para a população. Para evitar esses impactos, a CNA defende sete pontos prioritários para constar no relatório final do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da matéria.
São eles:
- A exemplo do que ocorre em outros países, a alíquota do agronegócio deve ser de até 20% da alíquota padrão;
- Pequenos e médios produtores rurais não serem contribuintes diretos do IVA, também como ocorre em países como Espanha e Alemanha, e que seja criado um Regime Especial para Agricultura, Pecuária e Pesca. Produtores com faturamento anual de R$ 4,8 milhões não sejam obrigados ao tributo, mas tenham opção de adesão voluntária;
- Imposto seletivo não pode incidir sobre insumos agropecuários ou sobre alimentos, caso contrário irá elevar o custo de vida da população e gerar cumulatividade tributária, um dos problemas que se pretende eliminar do sistema atual;
- IPVA não deve incidir sobre aeronaves agrícolas e tratores, pois haverá aumento da carga tributária incidente sobre patrimônio e sobre os serviços contratados pelos produtores rurais;
- A remuneração do produtor rural integrado não deve sofrer a incidência do IVA, apenas como é atualmente, incidência do Imposto de Renda;
- Garantia de que os créditos tributários sejam ressarcidos em até 60 dias, e que não sejam estornados;
- Adequado tratamento ao ato cooperativo. É necessário impedir que haja tributação mais gravosa na relação entre cooperado e cooperativa do que aquela que incidiria se ele operasse individualmente ou por outro tipo societário.
A CNA diz que vai apoiar a reforma tributária se esses pontos forem atendidos. A entidade e a FPA estão juntas nas negociações com o relator Agnaldo Ribeiro para que esses pontos sejam levados em consideração na proposta de reforma tributária.
Fonte: DA REPORTAGEM - Canal Rural
Veja Mais
GP de São Paulo marca retorno de dois pilotos brasileiros no grid da F1
Publicado em 07 de Novembro de 2026 ás 12h 13min
Sheila e mais 6 candidatos não entregam contas de campanha e são intimidos
Publicado em 07 de Novembro de 2026 ás 10h 17min
Eleição do Sindicato Rural de Sinop terá chapa única, com Bustamante como presidente
Publicado em 07 de Novembro de 2026 ás 08h 16min
