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Controlar nematoides exige as ferramentas disponíveis
03 de Maio de 2022 as 11h 00min
Marco temporal ocorreu na safra 1991/92 – Foto: Divulgação
De acordo com Guilherme Lafourcade Asmus, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, as primeiras referências de ocorrências de fitonematoides no Cerrado de Mato Grosso são de 1970.
Os primeiros levantamentos mostraram a presença de 10 espécies, entre elas Meloidogyne, Aphelenchoides e Pratylenchus brachyurus, com 16,7%, 13,3% e 3,3%, respectivamente.
Na época, elas eram esporádicas, mas já causavam grandes perdas aos agricultores.
O marco temporal ocorreu na safra 1991/92, quando o nematoide de cisto da soja (Heterodera glycines) surgiu pela primeira vez, simultaneamente no Triângulo Mineiro, Mato Grosso do Sul e MT.
“Foi um marco porque esse nematoide, diferente do que acontecia até então, ocasionou danos muito severos que impactaram não só visualmente como no bolso do produtor”, explicou Asmus.
Essas informações fizeram parte do talk show “Prejuízos causados por fitonematoides no Cerrado”, apresentado na tarde desta quinta-feira (28) durante o XXII Encontro Técnico Soja da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT), em Cuiabá.
Junto com o pesquisador, contribuíram com o tema a nematologista e pesquisadora da instituição, Rosangela Silva, Júlio Franchini, da Embrapa Soja, e Henrique Trevisanuto, da PA Consultoria.
Fonte: DA REPORTAGEM
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