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Quinta Feira, 23 de Abril de 2026

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Corinthians prevê gastar R$ 81 milhões em juros em 2022

14 de Janeiro de 2022 as 11h 00min

Timão tem endividamento próximo de R$ 1 bilhão e sofre com aumento da taxa Selic – Foto: Divulgação

Após anos de crescimento, a dívida do Corinthians foi estabilizada em 2021, no primeiro ano do mandato do presidente Duílio Monteiro Alves. Porém, ela segue em patamar extremamente elevado, próximo de R$ 1 bilhão, o que causa problemas ao clube.

Além de comprometer o fluxo de caixa do Corinthians, o endividamento gera um custo elevado com juros. O cenário fica ainda mais complicado com o aumento da taxa Selic, que está em 9,25% ao ano e pode terminar o ano em 11,75% segundo previsões de analistas do mercado financeiro no último boletim “Focus”.

Para 2022, o Corinthians prevê em orçamento gastar R$ 81 milhões com despesas financeiras. O valor é quase o dobro do que foi desembolsado no ano passado (cerca de R$ 46 milhões).

Para se ter uma ideia do que esse valor representa, ele é maior do que o montante que o Corinthians espera arrecadar com bilheteria de jogos (R$ 70 milhões) e com receitas da marca (R$ 50 milhões). A diretoria alvinegra admite que o endividamento elevado é um problema e afirma que vai trabalhar para começar a reduzi-lo a partir desta temporada.

“Nominalmente, a dívida é muito alta, e a taxa Selic, referência para esse endividamento, começou o 2021 a 2%, fechou a 9%, e para o próximo têm previsões para 10%. Isso é o reflexo do endividamento, vai continuar sendo nosso calcanhar de Aquiles. A gente vem trabalhando para reduzir. Não vamos liquidar todas as dívidas, mas precisamos diminuir para ter menos despesas financeiras”, afirmou o diretor financeiro, Wesley Melo.

De acordo com o último balancete financeiro divulgado pelo Corinthians, referente a setembro de 2021, a dívida de curto prazo (que precisa ser paga em até um ano) do clube é de R$ 556,6 milhões. A maior parte, R$ 232,3 milhões, com fornecedores. Vale lembrar que estes números não englobam o financiamento da Neo Química Arena que o clube tem de pagar para Caixa Econômica Federal.

Fonte: DA REPORTAGEM

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