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Sábado, 25 de Abril de 2026

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Cruze Sedan agrada na cidade, mas Chevrolet já tira o pé no segmento

04 de Março de 2022 as 14h 02min

Versão Midnight: seu fim está próximo – e GM deve abandonar o segmento após 40 anos – Foto: Divulgação

Carros baixos têm vários prós e contras. Começando pelo lado positivo, eles costumam ser mais econômicos devido ao coeficiente de arrasto, mais estáveis graças ao baixo centro de gravidade e mais estilosos pela aparência esportiva. A versão Midnight do Chevrolet Cruze Sedan tem todos esses atributos, mas exige cautela ao volante.

A configuração Midnight custa R$ 139.950 e está posicionada entre os modelos LT, que sai por R$ 138.090, e LTZ, de R$ 153.990. Há uma opção ainda mais cara, a Premier, vendida por R$ 166.490, que aposta em um pacote mais complexo para possíveis clientes de sedãs de luxo.

As diferenças entre as versões LT e Midnight são apenas estéticas. O pacote de equipamentos é exatamente o mesmo, porém há apliques com tons escuros tanto no exterior quanto no interior.

Tomar a versão de entrada como base não é demérito, já que o pacote mais em conta é recheado com vários recursos interessantes. O sedã tem seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de estabilidade e de tração, monitoramento da pressão dos pneus, assistente de partida em rampa, sensores de estacionamento, chamada de emergência e rastreamento e assistência de recuperação veicular. Isso considerando apenas os itens de segurança.

Na parte de conectividade, o carro foi o primeiro da categoria a oferecer internet a bordo em parceria com a Claro (as mensalidades custam a partir de R$ 29,90). Ainda há integrações via Android Auto e Apple CarPlay, carregador de celular por indução e assistente OnStar.

Ao volante, faz jus ao sucesso histórico da Chevrolet entre os sedãs. A marca optou por um acerto de suspensão mais macio para a cidade, com amortecedores que filtram bem as irregularidades do nosso asfalto castigado. E, ainda que o arranjo traseiro seja de eixo de torção, o Cruze aguenta curvas mais vigorosas sem perder sua rota.

O motor 1.4 turbo da família Ecotec desenvolve 153 cv de potência a 5.200 rpm e 24,5 kgfm de torque a 2.000 rpm. O câmbio automático de seis marchas foi calibrado para beneficiar o consumo de combustível, buscando sempre as marchas mais altas para manter as rotações baixas.

Esse acerto também faz com que o Cruze seja bem mais suave que outros sedãs turbo. As acelerações são progressivas, sem os solavancos de um carro que pode “arrancar” a qualquer momento. Por outro lado, o Chevrolet leva 9 segundos para atingir 100 km/h, segundo números de fábrica. O Inmetro declara que o Cruze pode fazer 7,8 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol. Quando abastecido com gasolina, o consumo é de 11,3 km/l na cidade e 14 km/l na estrada.

Desde o início de 2019, o Cruze foi deixando de ser produzido gradativamente no resto do mundo, sempre com a justificativa de ser preterido por outros produtos. Os primeiros países a interromper a produção foram Estados Unidos, México e Coreia do Sul. Em 2020, foi a vez de a China tirar o modelo de linha, ainda que ele tenha sido substituído pelo Monza.

No momento, o sedã médio que foi produzido simultaneamente em cinco regiões sobrevive na fábrica de Santa Fe (Argentina), mas também já tem data para morrer: 2023. Assim como em outros países, terá sua linha de montagem substituída, provavelmente por um SUV acima do Tracker. Um triste fim para a categoria que foi objeto de desejo em todo o planeta.

Fonte: DA REPORTAGEM

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