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Sábado, 16 de Maio de 2026

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Déficit de armazenagem compromete rentabilidade e logística em MT

06 de Março de 2026 as 13h 39min

Falta de silos e armazéns pressiona produtores e reduz poder de negociação – Foto: Divulgação

O crescimento contínuo da produção agrícola em Mato Grosso, líder nacional na produção de grãos, expõe um problema estrutural crítico: a capacidade de armazenagem não acompanha a expansão das lavouras.

A insuficiência de silos e armazéns gera impactos diretos na logística, na rentabilidade do produtor e na segurança alimentar, obrigando muitos a vender a produção rapidamente, muitas vezes em condições desfavoráveis.

De acordo com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), mesmo com ganhos de produtividade e tecnologia, cerca de 50% da produção do estado não consegue ser armazenada, forçando o escoamento imediato durante a colheita. O presidente da entidade, Lucas Costa Beber, explica que o déficit aliado a juros elevados limita a construção de novas estruturas.

“A necessidade de escoamento rápido pressiona os produtores a venderem em um curto espaço de tempo, favorecendo a redução dos preços e impactando diretamente a renda no campo”, afirma Beber.

O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, alerta que o problema se intensifica nas áreas de expansão agrícola, como o Vale do Araguaia, onde a infraestrutura de armazenamento não acompanhou o crescimento das lavouras. Além disso, a falta de energia elétrica de qualidade em muitos municípios encarece a operação de armazéns com geradores e dificulta a expansão de novos investimentos.

Produtores relatam que a limitação de espaço prejudica a separação adequada dos grãos e reduz oportunidades de comercialização em melhores condições. Para Vinicius Baldo, do núcleo de Água Boa, a falta de armazenamento compromete a gestão da colheita e aumenta perdas por grãos avariados ou ardidos.

Fonte: DA REPORTAGEM

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