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Segunda Feira, 30 de Março de 2026

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DEPUTADO NEGA: Cattani é processado por destinar área de assentamento a produtor

Suplente de Fávero supostamente destinou área a grande produtor; ele nega

20 de Março de 2021 as 08h 10min

​​​​​​​Foto: Divulgação

DA REPORTAGEM

 

O deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) foi acionado no dia 10 de março em processo de reintegração de posse. A acusação afirma que o parlamentar agiu em conluio com mais três pessoas para confeccionar papeis e destinar área de assentamento a produtor rural. Cattani afirmou que não foi notificado sobre o caso, mas garantiu que não fez nada de errado: “Todo mundo tem direito de ir à Justiça contestar o que bem entender”. O membro do PSL prometeu comentar o caso após tomar ciência.

Ação foi proposta pelo lavrador Fabiano Aparecido Bresio. Além de Cattani, são acionados ainda Arnaldo João Pozzebon (produtor rural em Lucas do Rio Verde), Vinícius Antônio Pozzebon (filho de Arnaldo) e Ane Carolina Leite da Silva (esposa de Vinícius).

O autor do processo afirma ser legítimo possuidor, desde setembro de 2012, do lote de terras denominado Sítio Água Viva, nº 267, destinado à reforma agrária, localizado no Assentamento Pontal do Marape, em Nova Mutum.

Ainda segundo Brasio, após anos de trabalho no referido lote, no mês de junho de 2019, ao deixar o sítio para participar de um casamento na cidade vizinha, fora informado que Arnaldo João Pozzebon teria esbulhado sua área, retirando todos os seus pertences da residência.

Conforme acusação, valendo-se da condição de semianalfabeto do autor da ação, após ameaças, os requeridos, na tentativa de obter para si decisão administrativa do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) acerca da regularização fundiária do lote em discussão, simularam um “termo de desistência do lote”, para que Bresio pudesse assinar.

Processo pede concessão de liminar para determinar reintegração de posse, além da condenação dos réus ao pagamento de indenização no valor de R$ 100 mil à título de danos morais.

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