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DEU RECADO: Mourão apela para que moradores da Amazônia evitem as queimadas
A preparação da terra com queimada é arcaico e não tem mais espaço no mundo
04 de Setembro de 2020 as 10h 00min
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
CLEMERSON SM
clemersonsm@msn.com
Além de ocupar do cargo de vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), também é o responsável pelo Conselho da Amazônia Legal e durante uma entrevista para a Rádio Nacional ele falou de alguns desafios para a gestão ambiental da região, como também, chegou a fazer um apelo para que os moradores evitem as queimadas.
Na oportunidade, Mourão citou o caso da técnica que se utiliza da queimada da vegetação para preparação do solo, medida que o vice-presidente considerou desinformada e ultrapassada para lidar com o meio ambiente.
“Nossa campanha é ‘diga sim à vida e não à queimada’. Esse tipo de preparação da terra [com queimadas] é arcaico e não tem mais espaço no mundo em que vivemos. Com a titularidade das terras, as famílias terão acesso a assistência técnica rural que dará a capacidade de tratar melhor a terra. O que quero dizer para todos é: vamos evitar as queimadas. Peço essa conscientização a todos os moradores da Amazônia”, declarou.
Mourão falou também das intenções do Governo em atrair investimentos para a região amazônica, o que vem sendo chamado de “bioeconomia”, com metas de sustentabilidade para essas atividades econômicas.
“É importante entender que o tema sustentabilidade faz parte do modo de vida do século 21. As principais empresas querem investir dentro da agenda ambiental, social e de governança. Temos 66% da nossa cobertura vegetal intacta, 84% no caso da Amazônia. Temos que nos apresentar para investidores, brasileiros ou internacionais, como um parceiro que respeita a legislação ambiental”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.
Mourão acredita que parte da solução para uma atividade econômica sadia na Amazônia seja a assistência técnica rural, com educação adequada e tecnologicamente avançada. A conscientização da importância da sustentabilidade para os povos locais também é parte estratégica da abordagem adotada pelo governo.
Para tanto, o vice-presidente considera que as mais de 500 mil famílias assentadas em território amazônico devem receber, o mais rápido possível, a titularidade das terras que ocupam – processo que se arrasta desde a década de 70, mas que vem ganhando agilidade na gestão atual.
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