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ELEIÇÕES 2022: PSDB pensa em Ari Lafin para disputar o Palácio Paiaguás
Caso decida romper a aliança com o DEM o partido trabalha o nome do prefeito Ari Lafin
07 de Junho de 2021 as 17h 00min
PSDB o considera preparado para a disputa – Foto: Assessoria
CLEMERSON SM
clemersonsm@msn.com
O PSDB já está de olhos nas eleições de 2022. Na última eleição em 2018 os tucanos não lançaram candidato próprio, mas estiveram na base de apoio ao atual governador Mauro Mendes (DEM).
Agora a sigla flerta com a possibilidade de voltar ao comando do Governo do Estado. A última vez que isso ocorreu foi com o governador Pedro Taques, que se elegeu pelo PDT, mas logo nos primeiros meses de mandato pulou para o ninho tucano.
Para buscar a ocupar a principal cadeira do Palácio Paiaguás, o PSDB estuda nomes que possam ser viabilizados em todo o estado. Um deles é o do atual prefeito de Sorriso, Ari Lafin, que na eleição municipal do ano passado foi reeleito com 73% dos votos válidos.
Na visão de Carlos Avallone, presidente estadual do partido, o nome de Lafin é classificado como moderno dentro da política. “Ele tem uma pegada boa, é um cara moderno na política, então, o partido entende que ele é um cara preparado para disputar o Governo do Estado e já está colocando o nome dele [para a disputa] há alguns dias”, afirmou.
Mas antes disso, há uma outra barreira a ser ultrapassada. Ganhar a confiança da maioria de seus companheiros de partido.
Para o Senado Federal o PSDB já estuda emplacar o nome do ex-prefeito de Cáceres, Francis Maris.
Na Assembleia Legislativa a meta tucana é dobrar seu número de cadeiras. Atualmente o partido conta além do seu presidente estadual, Carlos Avallone, com Wilson Santos.
Para a Câmara dos Deputados em Brasília a tentativa é de tentar o retorno de Nilson Leitão. A ex-prefeita de Chapada dos Guimarães, Thelma de Oliveira; o ex-presidente da Famato, Rui Prado; o ex-prefeito de Jaciara Abdo Mohammad; o vice-prefeito de Nova Olímpia, Rímer de Oliveira, são outros nomes que devem uma chapa proporcional.
“As chapas proporcionais são fundamentais para que a gente possa sonhar com chapas majoritárias. Não tem como você criar uma chapa majoritária se você não tem chapas proporcionais estruturadas”, afirmou Avallone.
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