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Quinta Feira, 29 de Maio de 2025

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Em MT, estupro de vulnerável contra crianças e adolescentes cresce 21%

27 de Maio de 2025 as 13h 55min

Processos por estupro de vulnerável cresceram 21% em MT — Foto: Divulgação/UEPG

Os processos por estupro de vulnerável contra crianças e adolescentes cresceram 21% em Mato Grosso de 2023 para 2024, segundo um balanço feito pelo Poder Judiciário do Estado (PJE). Segundo a pesquisa, somente nos primeiros quatro meses deste ano, 627 novos casos já foram distribuídos para serem investigados.

A Justiça registrou mais de 1,7 mil processos por estupro de vulnerável em 2023. Já em 2024, esse número subiu para mais de 2 mil.

O levantamento foi elaborado pela equipe de Inteligência de Negócio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI) da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ), com base no Painel Litígio Analítico da área de Ciência de Dados.

No ranking estadual, Cuiabá lidera a lista de comarcas com maior número de processos envolvendo crianças e adolescentes em 2025, com mais de 2,5 mil registros.

Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), esses dados abrangem diversas naturezas processuais — como medidas protetivas, atos infracionais, pedidos de proteção, entre outros — e evidenciam a concentração de casos em municípios de maior porte populacional, reforçando a importância de políticas públicas de prevenção e atendimento.

As ações englobam não apenas casos de violência sexual, mas também medidas protetivas, atos infracionais, pedidos de proteção e outras situações que envolvem o público infantojuvenil.

Na capital, os dados da Vigilância Epidemiológica, consolidados pela Rede Protege, revelam que a maior parte das ocorrências em 2024 envolve estupro de vulnerável, ato infracional análogo ao estupro, corrupção de menores, assédio e exploração sexual, além de casos de negligência e omissão de cuidados.

O levantamento aponta que 73,7% das violências sexuais ocorreram dentro da própria casa. A maioria das vítimas são meninas adolescentes e, em quase metade dos casos, a violência foi repetida mais de uma vez.

Fonte: DA REPORTAGEM

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