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Segunda Feira, 22 de Junho de 2026

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Endividamento sobe pelo quinto mês consecutivo com economia aquecida

10 de Novembro de 2023 as 10h 37min

Índice atual está 15,3 p.p. maior sobre outubro do ano passado – Foto: Divulgação

O aumento no endividamento é importante para a economia, pois mostra que a população está tendo condições de assumir dívidas, diferente de inadimplência, quando o consumidor deixa de pagar as contas.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) apresentou, em outubro, aumento de 1,8 ponto percentual (p.p.) no número de famílias endividadas sobre o mês anterior, totalizando 89,6%.

O levantamento realizado pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MT) revela, ainda, que o índice atual está 15,3 p.p. maior sobre outubro do ano passado, quando registrava 74,3%.

De acordo com o IPF-MT, o aumento no endividamento é importante para a economia, pois mostra que a população está tendo condições de assumir dívidas, diferente de inadimplência, quando o consumidor deixa de pagar as contas.

Sobre isso, a inadimplência na capital foi a terceira queda consecutiva no índice, totalizando 22,3% das famílias com contas em atraso, o menor percentual desde abril de 2012. Ou seja, dentre as 183 mil famílias com dívidas na capital, cerca de 45 mil estão endividadas com contas em atraso, ou seja, estão inadimplentes.

Ainda conforme análise do IPF e os dados apresentados, quando averiguado somente os que possuem contas em atraso, há uma queda de quase 3 mil famílias entre os meses de setembro e outubro. Já quando avaliada a diferença anual, a queda é maior, ultrapassando 14 mil famílias.

O cartão de crédito segue sendo o principal tipo de dívida das famílias (83,8%), com uma leve diminuição em relação ao mês de setembro, quando sua participação era de 86,8%. Logo em seguida, aparece os carnês/boletos, com 21,7%, e o crédito consignado, com 4,9%. Os demais tipos variam entre 0,5% e 4,4%, como o financiamento de carro (3,9%).

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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