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Sábado, 07 de Março de 2026

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ESCUTAS ILEGAIS: Grampos assombram Pedro Taques

PGR aponta indícios de participação de Taques em esquema de grampos que aconteceu em MT

05 de Março de 2020 as 11h 30min

Foto: Ednilson Aguiar | O Livre

CLEMERSON SM

clemersonsm@msn.com

 

A Procuradoria Geral da República emitiu parecer indicando fortes indícios com elementos de que o ex-governador Pedro Taques tenha tido participação efetiva no esquema de escutas telefônicas ilegais em Mato Grosso, durante o período de pré-campanha de 2014 das eleições estaduais e que se perdurou durante o mandato do governador eleito.

Em 2017 o caso que ficou conhecido como “Grampolândia”, ganhou destaque a partir de uma reportagem do Fantástico da TV Globo.

Uma das acusações que recaem sobre ele, é de que seria ele o líder do crime de interceptar telefones de várias pessoas sem autorização da Justiça e que o esquema tinha participação do alto comando da Polícia Militar à época.

A defesa de Taques buscava a extinção do inquérito, o que veio a ser contrariado pela PGR. A justificativa dos advogados do ex-governador é a de que a Polícia Federal havia apresentado um relatório afirmando que não havia provas de sua participação no esquema de grampos.

“Não obstante a leitura detida dos autos, em especial do relatório da autoridade policial ao qual se apega o recorrente, e das petições ministeriais, de pronto revela que, ao contrário do que o agravante tenciona fazer crer, há sim elementos indiciários a justificar o prosseguimento das apurações em seu desfavor”, consta em trecho do parecer assinado pelo vice-procurador-geral Luciano Mariz Maia e divulgado pelo site MidiaNews.

Os argumentos da defesa de Taques foram desconstruídos pelo procurador da República que diz que o relatório realizado pelo Polícia Federal não é conclusivo.

 

 

 

“A análise dos extratos dos celulares ainda se encontra em curso e [sobre] o conteúdo das mídias de computadores e telefones celulares da mesma ainda resta pendente de análise uma vez que demandam recursos técnicos mais específicos”, segue Mariz Maia no parecer, afirmando que ainda não foram analisados todos os arquivos presentes em laptops e aparelhos celulares.

 

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