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Quarta Feira, 18 de Fevereiro de 2026

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Ex-primeira-dama se torna ré por corrupção após denúncia

20 de Fevereiro de 2024 as 07h 59min

Segundo o MP, o dinheiro era desviado por meio de fraudes cometidas na Secretaria de Trabalho e Assistência Social — Foto: Mayke Toscano

A ex-primeira-dama, Roseli de Fátima Meira Barbosa, esposa do ex-governador Silval Barbosa, se tornou ré, após a 7ª Vara Criminal de Cuiabá aceitar a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). 

Ela responde por corrupção passiva, onde teria recebido quase R$ 1 milhão. A decisão é do juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra. Além de Roseli, outras quatros pessoas viraram réus na mesma denúncia.

Em nota, a defesa informou que os fatos constantes da denúncia já fazem parte do acordo de colaboração da ex-primeira-dama, e que foi devidamente homologado no âmbito do Supremo Tribunal Federal e, assim, todos os tipos penais mencionados na denúncia já foram devidamente englobados no acordo.

Conforme a denúncia, Roseli recebeu vantagem indevida no período de 2011 e 2012, em valor em espécie de R$ 210.000,00. Ainda recebeu transferências bancárias em nome de pessoas jurídicas interpostas pertencentes a outro réu, no valor total de R$ 776.368,00.

Segundo o MP, os valores eram desviados por meio de fraudes cometidas no âmbito da Secretaria Estadual de Trabalho e Assistência Social (Setas). Roseli seria a líder a organização.

Roseli chegou a ser presa em 2015 pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), durante a Operação Ouro de Tolo, em São Paulo. 

Ela era suspeita de liderar um esquema que teria desviado R$ 8 milhões dos cofres públicos, entre 2011 e 2014, período em que ficou à frente da pasta.

O relator do caso foi o conselheiro Waldir Teis. O caso foi julgado em plenário virtual e contou com votos do presidente Antonio Joaquim, Valter Albano, Domingos Neto e Guilherme Antônio Maluf.

A tomada de contas foi em um contrato de aquisição de apostilas , voltado à capacitação profissional no estado e com vistas à Copa do Mundo de 2014, quando Cuiabá sediou parte do evento esportivo.

Além dos indícios de fraudes e desvio de dinheiro, o programa entregou apostilas de disciplinas como história e geografia de Mato Grosso para os alunos de hotelaria e turismo com diversas irregularidades.

Fonte: DA REPORTAGEM

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