Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Terça Feira, 07 de Abril de 2026

Noticias

Exportação de biscoitos cresce 15% no semestre

Brasil está entre os 20 maiores fornecedores globais de mais de 30 tipos de biscoitos

23 de Julho de 2021 as 08h 21min

No país, estão os principais players na categoria de biscoitos – Foto: Divulgação

As exportações de biscoitos brasileiros totalizaram USD 48,9 milhões em exportações no primeiro semestre de 2021.

No total, houve 11,4% de crescimento em valor frente a 2020, representando um aumento em volume de 15,2% no mesmo período, somando pouco mais de 30 mil toneladas de produtos vendidos ao exterior, na comparação com o comercializado em igual período do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e é atribuído ao trabalho desenvolvido pelos empresários do setor em conjunto ao projeto setorial de fomento às exportações Brazilian Biscuits, Pasta and Industrialized Breads & Cakes.

No Brasil estão os principais players do mundo na categoria de biscoitos. O país está entre os 20 maiores fornecedores globais de mais de 30 tipos de biscoitos, em sua maioria doces sem coberturas.

Destacam-se os biscoitos recheados nos seus mais diversos sabores, formatos e marcas, a categoria mais fabricada pelo Brasil.

Considerando apenas o segmento de wafers, o Brasil é ainda melhor no mercado externo, entre os 15 maiores exportadores do mundo.

Os biscoitos wafers têm fortalecido a presença de marcas brasileiras no exterior porque é, ainda, uma categoria em desenvolvimento e oportunidades de expansão em diversos mercados, diferente do Brasil em que já está consolidada.

De acordo com O presidente-executivo da ABIMAPI, Claudio Zanão, apesar do cenário de instabilidade, com a pandemia e a atual situação econômica do país, além dos fortes impactos da crise no transporte marítimo global e a alta do preço da farinha, a desvalorização do real refletiu favoravelmente nas exportações da categoria de biscoitos.

“Nossa indústria é bastante competitiva no mercado internacional, favorecida pelo forte mercado doméstico posicionado como o 3º maior do mundo. Temos volume que garante abastecimento constante aos compradores em mais de 100 destinos anualmente, a categoria mais globalizada de nosso setor. Os estrangeiros sabem que os biscoitos brasileiros têm marcas com variedade de oferta, o que propicia o alcance de nossas empresas nos mais diferentes mercados, desde os países do Mercosul, nossos principais parceiros na categoria, até países do Oriente Médio como Iêmen, Omã, Líbia e Arábia Saudita”, ressalta Zanão.

Até o final deste ano, a entidade espera um crescimento médio de 15% a 10%, respectivamente em valor e volume. A expectativa é atingir a cifra de USD 100 milhões em faturamento e 60 mil toneladas.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Polícia Civil reconhece apoio da CDL na implementação da DRACO

Publicado em 07 de Abril de 2026 ás 12h 23min


Pivetta anuncia coronel Susane Tamanho na SESP

Publicado em 07 de Abril de 2026 ás 11h 25min


Kits de apicultura reforçam segurança e impulsionam produção de mel em Lucas

Publicado em 07 de Abril de 2026 ás 10h 22min


Jornal Online

Edição nº1773 - 08/04/2026