Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Domingo, 05 de Julho de 2026

Noticias

F1: Mercedes busca redenção após início difícil em 2022

20 de Maio de 2022 as 11h 00min

Equipe alemã precisa resolver futuro em Barcelona – Foto: Divulgação

As últimas oito temporadas da Fórmula 1 nos ensinaram a não duvidar da capacidade de engenharia da Mercedes. Tampouco de seu poder de reação.

A equipe alemã estabeleceu um domínio nunca visto na história da maior categoria do automobilismo: oito conquistas seguidas do Mundial de Construtores e sete títulos do Mundial de Pilotos em um intervalo de apenas oito anos.

Nem mesmo a mudança mais radical no regulamento técnico em 40 anos parecia ser um obstáculo para as flechas de prata.

Ainda mais quando, na segunda sessão de testes de pré-temporada, no Bahrein, em março, o time apareceu com o agressivo conceito dos zeropods, a redução do tamanho das laterais do carro.

Entretanto, a história mostra que conceitos extremos na Fórmula 1 também têm resultados extremos. Ou são o chamado “pulo do gato” e rendem uma vantagem significativa para quem os idealizou ou dão completamente errado e se transformam em verdadeiros fiascos. A Mercedes foi para o arrisca tudo com os zeropods. E até agora só tem colhido dores de cabeça.

Desde a primeira corrida do ano, também no Bahrein, o W13 sofre com o chamado Efeito Golfinho, o que faz com que os pilotos não consigam extrair todo o potencial do carro. A grande questão é que o carro alemão começa a sofrer com os quiques em velocidades mais baixas, por exemplo, que a Ferrari, que já tem duas vitórias em cinco provas. O comportamento na pista é imprevisível, o que rende um prejuízo enorme no tempo de volta.

Então, como o zeropod deveria funcionar? A ideia era deixar o W13 com a área superior do assoalho exposta, o que permitiria melhorar o fluxo de ar que vai para a asa traseira, gerando pressão positiva na face superior. Combinada com a pressão negativa da parte de baixo, o carro passaria a gerar mais downforce.

No papel, tudo lindo. No túnel de vento, também. Assim como no software de fluidodinâmica computacional (CFD). Mas no caso de um conceito adormecido por 40 anos na Fórmula 1, como o efeito solo, a atividade na pista foi cruel. Tudo porque as ferramentas de simulação não possuem capacidade técnica para prever o Efeito Golfinho.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

TJMT nega habeas corpus e mantém convocação de empresários

Publicado em 05 de Julho de 2026 ás 12h 23min


Fávaro admite Emanuel na disputa ao Governo e Natasha corre risco

Publicado em 05 de Julho de 2026 ás 10h 25min


Volatilidade do diesel expõe custos ocultos na logística e pressiona gestão de frotas

Publicado em 05 de Julho de 2026 ás 08h 26min


Jornal Online

Edição nº1831 - 02/07/2026