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Fazenda aumenta peso de bezerros desmamados com auxílio de projeto

29 de Agosto de 2022 as 06h 00min

Propriedade integra o projeto Fazenda Pantaneira Sustentável – Foto: Divulgação

Uma propriedade na região do Pantanal conseguiu aumentar em 20% o peso dos bezerros desmamados, com o auxílio de um programa de assistência técnica conduzido por diversas entidades ligadas ao agro. Trata-se da Fazenda Esperança, localizada em Santo Antônio do Leverger, que tem perto de 10 mil hectares e produz cerca de 4 mil bezerros por ano.

Ela integra o projeto Fazenda Pantaneira Sustentável, coordenado pela Famato, Senar-MT, Acrimat e Embrapa Pantanal. No total, o projeto abrange 15 propriedades em cinco municípios de Mato Grosso e oferece orientações técnicas e gerenciais aos pecuaristas pantaneiros.

O médico-veterinário e técnico credenciado do Senar-MT Vitor Hugo Tadano é quem atende mensalmente a fazenda, que tem foco na produção de bezerros. Ele aponta os caminhos percorridos para alcançar os resultados e reforçou que mesmo mudanças simples, como a migração das anotações de campo “do papel” para o computador, ajudam a fazer a diferença.

“O tipo de informação será o mesmo, mas a análise e a qualidade de informação serão maiores e melhora a tomada de decisões, como a programação e reprogramação de manejos e demais intervenções”, afirma.

O treinamento e a capacitação dos colaboradores por meio de palestras, por exemplo, também foram fundamentais, segundo Tadano. Com o time mais instruído, a conferência dos índices nutricionais e reprodutivos do rebanho tornou-se mais precisa. Também houve investimento na melhoria da estrutura dos cochos, que passaram a fornecer mineral de melhor qualidade e volume adequado para o número de animais.

MELHORIAS NA PROPRIEDADE

Com as adaptações, os resultados apareceram. O trabalho na Fazenda Esperança ajudou a diminuir a idade do primeiro parto, que oscilava entre 29 e 34 meses, para 28 meses. Além disso, houve melhora significativa na taxa de prenhez, que saltou de 61% para 83% no período.

O desempenho é bem melhor que as médias registradas no Pantanal. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em 2019 a taxa média de prenhez era de 43%, com a idade do primeiro parto em 32 meses.

No início do projeto, o desmame das fêmeas em 2019 marcava 165 kg e atualmente, a marca chega a 195 kg. A ideia é melhorar o número de kg por bezerros desmamados. A queda expressiva da taxa de mortalidade (de 5,02% para 1,88%) também foi notável e proporcionou melhora na recolha de ossos.

O gestor da fazenda Esperança, Thiago Acácio, falou sobre a assistência que tem recebido. “Eles nos auxiliam para uma melhoria e com isso, a capacidade de lotação da fazenda aumenta e o manejo fica melhor. A partir disso, a taxa de desmame foi melhor e a taxa de mortalidade diminuiu”, afirma.

Fonte: DA REPORTAGEM

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