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Sábado, 11 de Abril de 2026

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FICO: parcerias contribuirão para o desenvolvimento do Araguaia

22 de Setembro de 2021 as 08h 00min

Araguaia será beneficiado com traçado da FICO – Foto: Ricardo Botelho/MInfra

Representando a Assembleia Legislativa na cerimônia nacional, em Mara Rosa/GO, que marcou o início das obras da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO), na última semana, o deputado estadual Dr. Eugênio comemorou a vitória histórica para a região Araguaia, estreitando ainda mais as parcerias com os gestores que serão responsáveis em preparar cada município do Vale do Araguaia para o progresso sobre trilhos.

A expectativa é de que a nova linha férrea de 383 km de extensão, que ligará Mara Rosa a Água Boa, possibilite a criação de 4,6 mil postos de trabalho, atraindo milhares de moradores para a região com a consolidação deste sonhado corredor logístico integrado à Ferrovia Norte e Sul.

O projeto da FICO foi viabilizado com base no mecanismo de investimento cruzado, que permite que empresas detentoras de outorgas ferroviárias do governo federal possam renovar o contrato fazendo outros investimentos.

De acordo com o ministro de Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, a mineradora Vale vai desembolsar integralmente os recursos para construir a nova ferrovia, em troca da renovação da concessão da Estrada de Ferro Vitória-Minas, operada pela empresa.

“É o começo de um corredor logístico que integrará o Brasil de leste a oeste, se integrando à Ferrovia Norte-Sul e gerando 4,6 mil postos de trabalho. Mais uma ferrovia para a conta. São R$ 30 bi contratados em concessões, nenhum governo fez mais. E que venham mais R$ 80 bilhões com as 14 primeiras autorizações ferroviárias”, prospectou o ministro.

SUSTENTABILIDADE E EXPANSÃO
A Valec é a empresa pública que detém a concessão da futura ferrovia e conduzirá a obra, cujos primeiros 383 KM devem ser implantados em até cinco anos, conforme prevê o contrato. Coube à estatal elaborar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA); o projeto básico, que indica o traçado que a linha férrea deverá percorrer; e obter a licença de instalação junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permitiu a execução da obra.

Conforme a empresa, os projetos da Fico foram adequados para garantir a sustentabilidade do empreendimento. Houve a redução da quantidade de aterros previstos nos quilômetros iniciais da ferrovia com altura superior a 20 metros, o que permitirá a travessia de animais de um lado a outro da linha férrea e minimizará possíveis acidentes. Deve-se destacar ainda os benefícios do empreendimento para o agronegócio da região Centro-Oeste, onde há uma demanda reprimida por transporte ferroviário de cargas. A alta produção agrícola regional terá vasão e o alto custo do frete será remediado, tendo em vista que a linha férrea abrirá várias opções para o escoamento da safra.

Devido à relevância da Ferrovia de Integração Centro-Oeste, ao dar início à construção dos primeiros 383 quilômetros da Fico, o ministro da Infraestrutura informou que já estão em andamento tratativas para expandir a linha até Lucas do Rio Verde. Projeto neste sentido, por meio do novo instrumento da autorização ferroviária, é avaliado pelo MInfra.

Fonte: DA REPORTAGEM

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