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Quarta Feira, 11 de Março de 2026

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Filha de cantora assassinada pelo “Rei do Bolero” defende prevenção

12 de Dezembro de 2025 as 07h 05min

Lili, o pai e a mãe – Foto: Divulgação

Filha da cantora Eliane de Grammont, assassinada em 1981 pelo então marido — um caso que marcou a luta contra a violência de gênero no Brasil —, Lili de Grammont participou do II Encontro das Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Hoje bailarina, coreógrafa e ativista, ela apresentou o relato “Órfã do feminicídio: Transformando a dor em força”, compartilhando sua trajetória e defendendo mais ações de prevenção.

Lili contou que só descobriu a verdade sobre o crime anos depois, de forma inesperada, e descreveu o impacto emocional dessa revelação. Ela destacou as dificuldades enfrentadas pelos órfãos do feminicídio, que muitas vezes convivem com a idealização do pai agressor e com famílias enlutadas. Falar publicamente sobre sua história, segundo ela, tem sido um processo de reorganização emocional e um caminho para ajudar outras pessoas.

A artista relatou como a dança a ajudou na cura e mencionou seu espetáculo “Casa de Vidro”, que aborda violência psicológica, e seu livro “Uma Escada para o Ar”, que trata da busca por memória e reconstrução. Lili também criticou a falta de políticas públicas voltadas aos órfãos do feminicídio e defendeu o fortalecimento das redes de apoio, apontando que a maioria ainda depende de ações voluntárias.

Ela ressaltou que o Brasil registra mais de 2 mil novos órfãos de feminicídio por ano e alertou para a urgência de medidas preventivas. Lili também fez um apelo aos homens para que participem ativamente da mudança cultural, lembrando que responsabilidade doméstica não é “ajuda”, mas parte da convivência.

Ao encerrar, deixou uma mensagem de esperança: o amor e o cuidado, segundo ela, são caminhos reais para superar a violência e construir relações mais saudáveis.

Fonte: DA REPORTAGEM

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