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Quarta Feira, 25 de Março de 2026

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FMC e Girassol Agrícola disponibilizam tecnologia inédita aos cotonicultores

31 de Agosto de 2023 as 10h 04min

Empresas firmaram parceria para fornecer semente com TSI na safra 23/24 – Foto: Divulgação

Diante do atual cenário de incremento da área de algodão para a safra 2023/24, a FMC, empresa de ciências para agricultura, e a Girassol Agrícola, líder em sementes para a cultura, assinaram uma parceria para disponibilizar produtos exclusivos e inéditos para o cotonicultor, a fim de promover mais desenvolvimento inicial da cultura e proteção contra o ataque de nematoides e plantas daninhas.

No projeto, a Girassol Agrícola disponibilizará sementes tratadas via Tratamento Industrial (TSI) com os produtos Presence® Full, bionematicida, e o Permit® Star, protetor de sementes. Ambas as soluções da FMC trarão segurança e proteção à lavoura e ao agricultor para combater grandes e crescentes problemas na cotonicultura, como a infestação de nematoides nas raízes e, também, o controle de plantas daninhas, como as gramíneas, trapoerabas e picão-preto (Bidens pilosa), altamente prejudiciais.

“A parceria estratégica firmada com a Girassol Agrícola trará aos cotonicultores sementes de algodão com a qualidade do TSI e com produtos únicos e diferenciados. Acreditamos que, com essa tecnologia, o produtor terá uma semente pronta para o uso, sem a necessidade de realizar o retratamento antes do plantio”, diz Fabio Lemos, gerente da cultura de algodão da FMC.

O Presence® Full é uma ferramenta chave para combater o nematoide-das-galhas (Meloidogyne incógnita) e o nematoide-das-lesões (Pratylenchus brachyurus); e o Permit® Star é fundamental para que o cotonicultor utilize o Reator®, herbicida pré-emergente referência na cultura do algodão para combate e proteção à mato-competição inicial, que interfere diretamente na produtividade e qualidade da pluma.

“A adoção de bionematicidas e herbicidas pré-emergentes cresce a cada ano na cotonicultura e com essa tecnologia disponibilizada no TSI, buscamos a otimização de recursos, mais produtividade, melhor qualidade de fibra e, consequentemente, a sustentabilidade do algodão brasileiro”, destaca o gerente.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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