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Quinta Feira, 12 de Março de 2026

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Força-tarefa ameniza impactos da estiagem

23 de Agosto de 2024 as 10h 54min

Ministros e governadores se reuniram para tratar de ações efetivas – Foto: Divulgação

Ações para amenizar os impactos da estiagem e dos focos de incêndio no Brasil foram discutidas, nesta semana, em reunião da Casa Civil com governadores e representantes dos estados que integram o Pantanal e a Amazônia. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto com a presença dos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. Outros ministros também participaram.

O Governo Federal criou três salas de situação para debater as mudanças climáticas e suas consequências. Uma delas trata das enchentes no Rio Grande do Sul, a outra dos focos de incêndio no Pantanal e a terceira da estiagem na Amazônia, a maior dos últimos vinte anos.

“Estamos, talvez, diante de uma das maiores estiagens da história do Brasil, na Amazônia e no Pantanal, e isso é desafiador. No Pantanal, a seca antecipou dois meses, o que não significa que as chuvas e a primavera vão fazer o mesmo, logo o período de seca será mais longo. Na Amazônia, a estiagem também antecipou em mais de um mês”, lamentou o ministro Waldez Góes.

O Pantanal enfrenta a pior estiagem em 70 anos, agravada pelas mudanças climáticas e eventos extremos do El Niño. Em 2024, foram queimados aproximadamente 721 mil hectares até o início de julho, com grande probabilidade de ultrapassar três milhões de hectares queimados até o fim do ano. Os incêndios destruíram 8% a mais do bioma do que em 2020.

Em 2024, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, liberou, até o momento, R$ 13,4 milhões para ações de resposta ao desastre em Mato Grosso do Sul. O recurso foi destinado para assistência humanitária, que engloba a compra de cestas básicas, água, combustível, equipamentos de proteção Individual, objetos de higiene pessoal, entre outros itens.

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