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Sábado, 04 de Abril de 2026

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“Frigorífico, pecuarista e o estado perdem”, afirma Acrimat sobre MT-170

07 de Abril de 2023 as 06h 01min

Acrimat em Ação na MT-170 – Foto: Leandro Balbino

As perdas com os atoleiros na MT-170, antiga BR-174, são muitas. O prejuízo, segundo a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), ocorre não apenas para os pecuaristas, empresas de transporte, caminhoneiros e frigoríficos, mas também para o estado em termos de arrecadação.

A entidade, que representa o setor da pecuária mato-grossense, percorreu na última semana, durante mais uma edição do Acrimat em Ação, o trecho de Juruena a Castanheira, um dos mais críticos da rodovia estadual.

Segundo a entidade, foi possível constar caminhões boiadeiros carregados atolados esperando há três dias a chegada de maquinários para realizar a remoção do local, além de um ônibus com passageiros atolado há dois dias.

“Um animal desse aí vai chegar todo machucado. Dentro do frigorífico ele vai passar por uma limpeza e aí você perde muito. Não só o pecuarista, mas como o estado mesmo, que vai diminuir a incidência de ICMS dentro da nota fiscal. Então, todo mundo perde. O frigorífico perde, o estado perde e o pecuarista”, pontua o gerente de Relações Institucionais da Acrimat, Nilton Mesquita Junior.

LOGÍSTICA

Mato Grosso é detentor de um rebanho bovino de quase 35 milhões de cabeças e tem como a logística, conforme o pecuarista de Aripuanã, Aparecido Piola, como um dos principais entraves da atividade.

“A gente sabe que todo ano é assim. Um ano mais outro menos. A logística nossa aqui complicou bastante de uns 20 dias para cá. Então, a gente tem esse problema de logística, que é uma das principais coisas que faz o nosso custo aumentar muito”, declarou o produtor ao Acrimat em Ação.

De acordo com o gerente de Relações Institucionais da Acrimat, acompanhando o dia a dia da situação o setor consegue ter embasamento para cobrar soluções das autoridades. “Vendo isso no dia a dia, comprovando isso, levando todas as situações, a gente pode chegar no Governo e sensibilizar as autoridades”.

Fonte: DA REPORTAGEM

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