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Segunda Feira, 02 de Março de 2026

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Gasto com controle de lagartas no milho chega a R$ 300 por hectare

17 de Maio de 2023 as 15h 17min

Pressão das lagartas nas lavouras e aumento de custos tem deixado agricultores apreensivos quanto a produtividade – Foto: Divulgação

A pressão de lagartas nesta safra 2022/23 nas lavouras de milho está aumentando os custos em Mato Grosso e deixando agricultores apreensivos. Em algumas propriedades, a despesa adicional para tentar combater a praga chega a R$ 300 por hectare.

Em Lucas do Rio Verde, de acordo com o agricultor Daniel Schiffer Schwartz, a proliferação das lagartas em alguns talhões de sua propriedade está maior. Ele comentar ter realizado o controle na fase inicial da cultura, contudo a pressão foi mais forte.

“Fomos fazendo o sequencial de defensivos para lagartas. Nosso manejo teoricamente era para ser três aplicação para lagartas, mas a pressão foi alta. Dá para ver pelas folhas, estão bastante comidas, e aí fizemos mais três aplicação e tem aplicação aérea também para lagarta da espiga do milho”, comenta Daniel.

De acordo com o agricultor, o desembolso extra com o controle de lagartas pesa no bolso e pode reduzir ainda mais a rentabilidade da safra de milho, principalmente diante dos preços da saca de 60 quilos em queda. “Um total mais ou menos de R$ 300 a mais por hectare [custo]. Com o milho desvalorizado a R$ 30, são dez sacas a mais de custo esse ano”, salienta Daniel.

A preocupação com as lagartas se estende por todo o município de Lucas do Rio Verde. Conforme o presidente do Sindicato Rural, Marcelo Lupatini, das pragas que mais vêm se destacando nesta safra 2022/23 tanto no milho quanto no algodão, a lagarta é a mais persistente.

“Está mais difícil o controle nesta safra, tem que ter várias entradas, rotação de ativos e mesmo assim está difícil o controle dela. Se produtor perder o instar da lagarta, perder um dia de aplicação a mesma já não vai ficar 100% e vai sobrar praga para trás, vai ter que ter uma reentrada em poucos dias. Nas contas do jeito que está se nós vendêssemos o milho hoje não iria ter rentabilidade nenhuma, ainda mais esse repique pesa”, pontua Marcelo.

Fonte: DA REPORTAGEM - Canal Rural

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