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GP da Bélgica terá 75 mil pessoas, sem obrigação de uso de máscaras
Prova está prevista para 29 de agosto, iniciando segunda metade da temporada 2021
22 de Agosto de 2021 as 09h 00min
Largada do GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps — Foto: Getty Images
Assim como nas últimas etapas da Fórmula 1 em 2021, o público poderá estar presente no GP da Bélgica, em 29 de agosto, válido pela 12ª etapa do atual campeonato. E com a adoção de um passe de segurança de Covid pelo governo local, a expectativa é que até 75 mil pessoas estejam no Circuito de Spa-Francorchamps - sem a obrigação de medidas de prevenção ao coronavírus, como o uso de máscaras e o distanciamento.
Também chamado de “Corona Safe Ticket” (CST), o passe foi criado pelas autoridades da Bélgica, seguindo o modelo adotado por outros países europeus que demandam vacinação contra a Covid-19 ou testes realizados em até 24h para frequentar bares, restaurantes e espaços públicos e abertos. Ele permite a realização de eventos com 1500 a 75 mil espectadores.
O passe belga demanda a comprovação da vacinação, cuja última dose deve ter sido tomada a duas semanas ou mais antes da corrida. Alternativamente, a regra permite que seja apresentado um teste negativo de PCR em até 48h ou um teste rápido de até 24h ou, ainda, um certificado que comprove infecção por coronavírus nos últimos seis meses.
A medida também consta no site oficial do GP da Bélgica, que alerta que a presença de espectadores de fora da União Europeia, Suíça e Reino Unido foi proibida. Com o bilhete, as regras para evitar a transmissão do coronavírus serão descontinuadas nos locais de uso; não será obrigatório, por exemplo, a adoção do distanciamento social ou o uso de máscaras.
No último fim de semana, a Bélgica sediou na cidade de Courtrai um festival de rock que contou com 12 mil pessoas diariamente, sem a adoção das medidas de prevenção. O passe livre foi adotado também em países como Espanha, Portugal, França, Itália, Alemanha, Grécia, Irlanda, Dinamarca e Malta, tornando a vacinação completa obrigatória para acesso em eventos e estabelecimentos.
A medida foi criada em resposta ao avanço da variante Delta na Europa; em julho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a mutação de origem indiana já era predominante no continente. Em 19 países, a Delta já representava quase 70% dos casos de Covid-19.
Fonte: DA REPORTAGEM
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