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Grupo DVA retorna ao mercado de agroquímicos no Brasil
09 de Abril de 2024 as 06h 46min
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Por questões comerciais, em 2015 o Grupo alemão DVA, cessou seus negócios no Brasil. Porém, em 2021, a empresa retornou ao cenário nacional com soluções de especialidades, tecnologias para fertilizantes e adjuvantes.
Com foco em soluções como os bioestimulantes fabricados na Espanha, recentemente investiu na fábrica no Brasil, capitalizando assim, um portfólio completo para todas as culturas, visando atender aos desafios do mercado e necessidades de toda a classe produtora, explorando o que há de melhor no potencial genético das plantas.
Agora, após o período de contrato, em que a DVA não poderia atuar com agroquímicos em território nacional, o grupo retoma este mês com o segmento, e coloca no mercado uma nova marca, a Agroallianz para atender o produtor brasileiro. Esta, que chega robusta, já com 22 produtos (fungicidas, inseticidas e herbicidas) para venda, além do portfólio inovador de especialidades já desenvolvido pela DVA.
Desde 2017 uma equipe de profissionais iniciou o trabalho de registros e pesquisa em crop protection. Paralelo a isso, conforme explica Fernando Fernandes, diretor geral da Agroallianz S.A., a companhia entendeu que o mercado de especialidades também era uma demanda importante e com um crescimento muito rápido no Brasil.
“Frente a isso, ao longo dessa jornada, o Grupo DVA investiu mais de US$ 80 milhões para ofertar ao mercado a linha especialidades, distribuídos em INCENTIA - bioestimulantes e fertilizantes, ADYUVIA - adjuvantes e ESENCYS - biológicos, além dos protocolos de registros de agroquímicos”, detalha.
A retomada no segmento é estratégica, segundo o executivo, já que o mercado de defensivos é significativo e bem consolidado no país. “Entendemos que o produtor já sabe como usar essas ferramentas e já tem a compra programada. Vamos propor além destas tecnologias já conhecidas por ele, novas soluções com diferenciais para poder dar velocidade à linha das especialidades que já estávamos trabalhando”, ressalta.
A estimativa da Agroallinanz no mercado brasileiro é chegar a 44 produtos no pepiline até 2028, e em cinco anos pretende faturar aqui perto de US$ 100 milhões. “Em 2023, foram US$ 8 milhões somente com o segmento de especialidades, que é recente também. Contudo, para 2025, a expectativa com os agroquímicos é de saltarmos para US$ 25 milhões. Ou seja, três vezes mais a cada ano”, confidencia Fernandes.
REFERÊNCIA
MUNDIAL
Nos outros países de atuação, esse é o grande faturamento da companhia, sendo mais de 800 registros de crop protection. Somente no Brasil eles não estavam sendo comercializados.
“Aqui, nesta retomada, temos ciência de que é um ano atípico, ainda mais difícil. Entretanto, enxergamos o Brasil como uma das maiores potências para nossas soluções e objetivos. A ideia é que, de 8% hoje, o mercado brasileiro passe a representar metade do faturamento anual da DVA toda”, destaca o executivo.
Para atingir essa meta, a Agroalianz além do modo tradicional de vendas, terá um outro tipo diferenciado de acesso ao mercado e que será anunciado em breve, durante a Agrishow, que acontece de 29 de abril a 03 de maio, em Ribeirão Preto-SP. “Precisamos mudar a ótica de negócios dos produtos agrícolas, sem dúvida, é necessário integralização e verticalização”, opina Fernandes.
Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA
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