Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Sexta Feira, 20 de Fevereiro de 2026

Noticias

IA e governança: como equilibrar inovação, ética e sustentabilidade nos negócios

20 de Fevereiro de 2026 as 17h 08min

A inteligência artificial é hoje um fator determinante para empresas que buscam eficiência, inovação e escala. Em 2026, a pergunta já não é mais “se” devemos adotar IA, mas “como” e “quanto”. Por outro lado, à medida que sua adoção cresce, surge uma pergunta essencial: “quem governa a IA dentro das empresas?”.

É nesse ponto que a governança de IA deixa de ser um conceito teórico e passa a ser uma necessidade estratégica. Mais do que controlar riscos, a governança busca garantir que a tecnologia gere valor sustentável e confiável.

Ela envolve temas como transparência dos algoritmos, proteção de dados e responsabilidades nas decisões automatizadas.

Muitas empresas iniciam projetos de IA com foco apenas em eficiência e escala. Porém, quando a inovação acontece sem governança, surgem riscos significativos como, por exemplo, decisões automatizadas injustas ou enviesadas, o uso indevido de dados sensíveis, dentre outros.

A IA sem governança pode até gerar ganhos no curto prazo, mas compromete a confiança, que é o ativo essencial para qualquer organização.

Existe um equívoco comum de que governança desacelera a inovação. Na prática, ocorre o contrário. Empresas maduras digitalmente entendem que governar bem é o que permite inovar de forma consistente. A governança de IA não é responsabilidade apenas da área de tecnologia. Ela exige envolvimento direto da alta liderança.

Executivos e conselhos precisam: definir princípios éticos para uso da IA; estabelecer políticas claras de uso de dados; garantir accountability nas decisões automatizadas; incentivar uma cultura de responsabilidade digital. A governança começa na estratégia e se sustenta na cultura.

À medida que sistemas inteligentes passam a influenciar decisões críticas – crédito, saúde, contratação, atendimento -, cresce também a responsabilidade das organizações. A pergunta não deve ser apenas “podemos automatizar?”, para: “Devemos automatizar?”. Governança de IA é, acima de tudo, um compromisso com o impacto humano da tecnologia.

Nos próximos anos, organizações que demonstrarem transparência, ética e responsabilidade no uso da IA terão vantagem competitiva clara. Clientes, investidores e reguladores estão cada vez mais atentos a como decisões automatizadas são tomadas. Nesse cenário, governança não é burocracia. É posicionamento.

Empresas que estruturarem desde agora seus modelos de governança de IA não apenas reduzirão riscos, elas construirão confiança, reputação e sustentabilidade digital.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Pivetta diz ter perfil para governar Mato Grosso

Publicado em 20 de Fevereiro de 2026 ás 16h 06min


10 startups selecionadas para turma de aceleração

Publicado em 20 de Fevereiro de 2026 ás 15h 07min


Alta Floresta, Sinop e Nova Mutum recebem workshop sobre a NR 01

Publicado em 20 de Fevereiro de 2026 ás 14h 06min


Jornal Online

Edição nº1739 - 20/02/2026