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IA e machine learning aperfeiçoam desenvolvimento e uso de adjuvantes
04 de Abril de 2025 as 13h 44min

As aplicações de Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina - (machine learning (ML) são infinitas e a cada safra ganham mais relevância e espaço nas mais diversas operações e setores do agronegócio. Com o desenvolvimento da formulação de produtos não é diferente, conforme comprova pesquisa que será apresentada pela Sell Agro, empresa nacional especialista em Tecnologia de Aplicação, durante o 13° Simpósio Internacional ISAA 2025.
O evento que ocorre a cada três anos e reúne pesquisadores de todo o mundo tendo como o assunto principal, os adjuvantes, nesta edição, será realizado de 6 a 11 de abril, no Rio de Janeiro/RJ.
As formulações tradicionais dessas tecnologias exigem várias rodadas de testes de laboratório, ensaios de campo e modificações repetitivas, tornando o processo não apenas intensivo em recursos, mas também sujeito às incertezas e variabilidades. Para tentar mudar este cenário, é que o químico e pesquisador da Sell Agro, Marcelo Hilário, conduziu o estudo que estará exposto no simpósio. Ele avaliou a aplicação da Otimização de Enxame de Partículas (PSO) no desenvolvimento de um adjuvante à base de óleo emulsionável.
“Otimizamos as formulações usando modelagem orientada por ML, o que reduz a dependência de abordagens tradicionais de tentativa e erro. Modelos preditivos alimentados por IA melhoram a previsão de desempenho, permitindo que os pesquisadores antecipem estabilidade, características de pulverização e interações agroquímicas com maior precisão”, explica o especialista.
Ao integrar técnicas de otimização computacional, a pesquisa de Hilário demonstrou uma redução de 50% no tempo de desenvolvimento do adjuvante, reduzindo os custos do produto final em 12%, aumentando em 10% o desempenho e acelerando a prontidão para comercialização no mercado.
O pesquisador aponta que a conclusão do trabalho é que a integração de IA gera:
- Redução do tempo de colocação no mercado acelerando a otimização da formulação, cortando o tempo de desenvolvimento;
- Melhora a precisão nas previsões de desempenho em campo, garantindo eficácia consistente em diversas condições agrícolas;
- Aumenta a sustentabilidade, minimizando o uso excessivo de agroquímicos, reduzindo o desperdício, à deriva da pulverização e a contaminação ambiental.
Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA
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