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Quinta Feira, 02 de Julho de 2026

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INVESTIGAÇÃO: Para Mauro Mendes CPI tem que ser “com responsabilidade”

Governador ressaltou que todos os Poderes, inclusive o Estadual, têm o dever de prestar contas

20 de Maio de 2021 as 06h 30min

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

DA REPORTAGEM

 

O governador Mauro Mendes (DEM), afirmou esperar que a CPI da Covid, em andamento no Congresso Nacional, atue “com seriedade e responsabilidade”. A CPI investiga as ações do Governo Federal no enfrentamento à covid-19, bem como a aplicação de recursos federais relativos à pandemia por estados e municípios.

“Cabe agora aos parlamentares fazerem as investigações com seriedade, com responsabilidade, sem pirotecnia e barulho. É isso que eu espero. É um direito que o Legislativo tem e defendo que ocorra desta forma”, afirmou o governador.

Mauro Mendes ressaltou que todas as instituições, inclusive o Governo de Mato Grosso, têm o dever de prestar contas de suas ações à sociedade e aos órgãos de controle sobre a atuação no combate à covid-19. “Eu trabalho corretamente e quando a gente trabalha corretamente as coisas funcionam e se cria uma cadeia positiva de boas ações. Todos nós temos o dever de prestar contas e nós prestamos contas”, relatou.

No total, conforme o governador, já foram aplicados mais de R$ 640 milhões desde o início da pandemia em 2020, sendo R$ 371 milhões de recursos próprios do Governo de Mato Grosso e R$ 260 milhões do Governo Federal. “Usamos esses valores para custear os hospitais, as UTIs, medicamentos, testes, contratação de pessoal... Uma única UTI custa em média R$ 2 mil por dia. Nós estamos bancando mais de 600 em todas as regiões. São mais de R$ 36 milhões por mês só com UTIs. Fizemos grandes investimentos para salvar vidas de quem infelizmente teve uma complicação maior”, destacou.

 

 

COMBATE À

COVID-19

Do valor total, foram investidos R$ 400,7 milhões com contratações e despesas nacionais, a exemplo de serviços de UTIs, leitos clínicos, médicos e equipamentos (R$ 244 milhões), aquisição de equipamentos (R$ 38,7 milhões), serviços hospitalares (R$ 19,9 milhões), além de despesas com exames, medicamentos, insumos, ambulâncias, mobiliário e testes.

Mais R$ 35,7 milhões foram usados para aquisições fora do país, como a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), testes, equipamentos e serviços de importação.

Também houve investimento de R$ 34,2 milhões para estruturar e ampliar a rede hospitalar estadual, sendo R$ 20,6 milhões ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande; R$ 3,4 milhões para a rede de frios; R$ 5,2 milhões para o Hospital Regional de Colíder e R$ 5 milhões para a ampliação no Regional de Cáceres.

 

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