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Segunda Feira, 06 de Abril de 2026

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Itália sobe degrau entre campeões da Euro e fica a um de recordistas

Seleção volta a vencer o torneio e se aproxima de Alemanha e Espanha

13 de Julho de 2021 as 09h 00min

Chiellini ergue a taça da Eurocopa na festa da Itália em Wembley — Foto: Michael Regan/Reuters

Ao superar a Inglaterra neste domingo em Wembley, a seleção da Itália conquistou o seu segundo título da Eurocopa.

O primeiro foi em 1968, com a geração de Dino Zoff, Giacinto Facchetti, Gigi Riva e companhia. Ou seja, mais de 50 anos de espera entre uma comemoração e outra, com dois vice-campeonatos em 2000 e 2012 no meio do caminho.

Para chegar ao topo do continente nesta edição de 2020, a Itália venceu Turquia, Suíça e País de Gales na fase de grupos, depois passou pela Áustria nas oitavas de final (na prorrogação), derrotou a Bélgica nas quartas, superou a Espanha na semifinal, e por último prevaleceu sobre a Inglaterra na decisão por pênaltis.

Com isso, a Azzurra fica a um troféu de distância das maiores ganhadoras da Euro, a Alemanha e a Espanha, ambas vencedoras em três ocasiões. A França também tem dois títulos em sua história.

Dinamarca, Grécia, Holanda, Portugal, República Tcheca e Rússia foram as outras nações que conquistaram a Eurocopa, todas uma única vez. Essa foi a 16ª edição do principal torneio de seleções da Europa. A próxima está marcada para 2024 e terá a Alemanha como país-sede.

NÚMEROS
A Eurocopa 2020 nasceu ambiciosa: o desafio logístico de uma competição itinerante, com jogos em 11 países, já colocava a atual edição na história. O que a Uefa não podia prever era a enxurrada de recordes que seriam quebrados: nada menos que 12 marcas foram superadas ou igualadas na competição, encerrada domingo com o título da Itália, que venceu a Inglaterra nos pênaltis na decisão, em Wembley.

Todos os recordes da Euro 2020:
Sedes: 11
Gols: 142
Gols contra: 11
Média de gols: 2,78 por jogo (recorde após o aumento de participantes)
Gol mais rápido na final: Luke Shaw (Inglaterra), aos dois minutos
Prorrogações: 8
Disputas de pênalti: 4 (empatado com a Euro de 1996)
Pênaltis perdidos, durante o tempo normal/prorrogação: 8
Pênaltis perdidos nas cobranças de penalidades: 14
Jogador com mais edições disputadas: Cristiano Ronaldo, com cinco
Maior artilheiro da Eurocopa: Cristiano Ronaldo, com 14 gols
Jogador com mais vitórias: Cristiano Ronaldo, com 12

O principal recorde é justamente aquele que todas as torcidas mais gostam: 142 gols marcados nas 51 partidas, de longe a maior quantidade registrada em seis décadas de Eurocopa (61 anos, para ser mais exato, devido ao adiamento forçado pela pandemia - olha aí outro recorde, maior intervalo entre edições).

Tudo bem que a Eurocopa passou a ter 24 seleções em 2016, e consequentemente mais jogos, o que aumenta também o número de gols. Ainda assim, a Euro 2020 superou em muito os 108 registrados na França há cinco anos.

E a média de gols - 2,78 por jogo - também é a mais alta desde 1980, quando a Eurocopa aumentou pela primeira vez o número de seleções participantes, de quatro para oito. Um recorde no detalhe, só um pouquinho à frente das edições de 1984 (2,73) e 2000 (2,74). Contando as Euros anteriores, disputadas por quatro países, a melhor média é a de 1976: 4,7 gols por jogo.

E se o assunto é recorde na Euro, Cristiano Ronaldo é um capítulo à parte. O craque português foi responsável por três registros históricos, todos alcançados na estreia, contra a Hungria.

Logo ao rolar a bola, se tornou o primeiro jogador a entrar em campo em cinco edições. Com os dois gols que marcou na vitória por 3 a 0, se isolou como o maior artilheiro da história da Euro, com 11, número ampliado para 14 com os outros três que anotou até Portugal se despedir, nas oitavas de final. E com o triunfo sobre a Hungria, o único dos portugueses no torneio, CR7 alcançou 12 vitórias em Euros, também um recorde isolado.

Mas a Euro 2020 também registrou recordes que não deixaram seus autores felizes. Foram marcados 11 gols contra, um fenômeno que provavelmente reflete a era VAR, que auxilia a verificação dos gols, e uma orientação mais rigorosa sobre a autoria das jogadas.

A Euro 2020 também teve oito pênaltis perdidos durante o tempo normal ou a prorrogação, superando os quatro da edição de 2000. E 14 penalidades desperdiçadas nas disputas de pênaltis (cinco apenas na decisão), batendo com folga as nove de 2016.

Com uma fase a mais de mata-mata (oitavas de final), mudança que começou desde a edição passada, a Euro 2020 também registrou os recordes de prorrogações (oito) e de disputas de pênalti (quatro, empatada com a edição de 1996).

Até então, as edições com mais tempos extras tinham sido as de 2016 e 1996 - essa um verdadeiro fenômeno de emoção, já que contou com apenas sete jogos de mata-mata (a partir das quartas de final), contra 15 atualmente.

Além dos recordes da competição, a Euro também viu registros particulares caírem. Cristiano Ronaldo - de novo - fez história, ao chegar a 109 gols com a camisa de Portugal, empatando com o iraniano Ali Daei como o principal artilheiro de seleções em todo o mundo.

Já a seleção da Itália alcançou sua maior sequência invicta, chegando a 34 partidas sem perder, quatro a mais do que a Azzurra tinha alcançado entre 1935 e 1939, dirigida pelo técnico Vittorio Pozzo, bicampeão mundial com a Itália em 1934 e 1938.

Também tem recorde da outra finalista. O goleiro inglês Pickford somou 722 minutos sem sofrer gol, apenas um a mais que o lendário Gordon Banks, então detentor da marca pelo English Team.

Logo após superar o campeão mundial de 66, Pickford sofreu o único gol da Inglaterra até então na Euro, em falta cobrada por Damsgaard, da Dinamarca - os ingleses viraram para 2 a 1 e se classificaram pela primeira vez para a decisão da Euro, outro feito inédito na conta dessa edição.

Fonte: DA REPORTAGEM

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