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Domingo, 15 de Fevereiro de 2026

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Júlio Campos alerta para possível debandada no UB

18 de Janeiro de 2026 as 08h 31min

Falta de definição pode acelerar esvaziamento – Foto: Divulgação

A indefinição sobre quem o União Brasil pretende lançar ao governo de Mato Grosso nas eleições deste ano passou a gerar incômodo público dentro da legenda, especialmente entre lideranças históricas do partido no Estado.

O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) afirmou que a ausência de uma candidatura própria compromete o futuro da sigla em Mato Grosso e defendeu que o senador Jayme Campos (União Brasil) seja o nome apresentado na disputa majoritária.

A avaliação de Júlio diverge da estratégia defendida pelo governador Mauro Mendes (União Brasil), que comanda o diretório estadual e já declarou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como sucessor no Palácio Paiaguás.

Segundo o parlamentar, a eventual decisão de abrir mão da cabeça de chapa pode provocar enfraquecimento eleitoral e perda de espaço político. “Se não tiver candidato próprio, o partido começa a se esvaziar no Estado”, afirmou.

Sem data definida para uma reunião interna, Júlio disse que o debate deve ser levado diretamente ao diretório nacional, com a participação de diferentes quadros da legenda. “Queremos reunir deputados, prefeitos, vereadores e a bancada federal para fazer uma consulta formal ao comando nacional”, declarou.

A intenção, segundo ele, é obter uma resposta objetiva sobre o rumo eleitoral do partido em Mato Grosso. “A pergunta é simples: interessa ao União Brasil ter um candidato próprio ou vamos entregar a disputa para outro partido?”, questionou.

Júlio alertou que uma eventual negativa do diretório nacional pode gerar consequências imediatas. “Se disserem que não querem candidato, a bancada federal diminui, a bancada estadual diminui e o partido entra em decadência”, afirmou.

O deputado também apontou a janela partidária de março como um período sensível para a legenda. “Vai ter muita gente procurando novos rumos, porque ficar em um partido que não quer disputar eleição não faz sentido”, disse.

Questionado sobre a própria permanência no União Brasil caso a sigla não lance candidato, Júlio evitou antecipar decisões. “Vamos estudar com calma. Março existe justamente para isso: decidir se ficamos ou para onde vamos”, concluiu.

Fonte: DA REPORTAGEM

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