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LAZER SINOPENSE: Diversão e entretenimento na história
O primeiro cinema foi o Cine-Teatro Amazônas
14 de Setembro de 2020 as 09h 00min
Foto: Museu Histórico
TIAGO ALINOR HOISSA BENFICA
Essa seção está bem incompleta, e deveria ser continuada, ter contata mais histórias em outras ocasiões sobre como era viver em Sinop, como era o seu dia a dia, quando não se estava trabalhando.
Vários relatos apontam que os locais mais badalados da cidade já foram o Restaurante Colonial, onde já funcionou uma danceteria, a Associação Atlética Banco do Brasil/A.AB.B., o Amazônia Clube – que primeiramente era a sede do Centro de Tradições Gaúchas/CTG, e os bailes do Rio Preto. O Restaurante Colonial era a danceteria elitizada da cidade. Havia também o primeiro cinema, o Cine-Teatro Amazônas, do qual há um relato inusitado colhido através de uma entrevista anônima. “O cinema era no estacionamento do [mercado] Machado do centro. Quando chovia, a água vinha até a metade das cadeiras. E vinha vindo barata! Que lugar triste! Mas só tinha aquilo, fazer o quê! Fita que quebrava, até emendar...”, revelou.
Em Sinop, o Parque Florestal foi lugar onde as pessoas iam visitar não apenas para tirar foto. Conforme um relato, ele poderia ser utilizado para passar o fim de semana. “Tinha que fazer uma ficha, reservava um local, se autorizava, trazia a churrasqueira, jogava baralho debaixo da sombra. Havia conferência ao final”, relembrou.
O autor deste trabalho lembra dos bailes promovidos no Parque, que fazia um barulho possível de se escutar há centenas de metros do local que emitia o som. E também, na represa do Parque Florestal, que já foi permitido banho, em uma água propícia a levar para casa o “pano branco” na pele do banhista. Por falta de segurança, havia afogamentos com certa frequência. E para “resolver” o problema, a Prefeitura proibiu o banho.
A prática da proibição da frequência de um local público, por causa da omissão dos cuidados do serviço público, possui outros exemplos em Sinop, como a antiga praça União, na avenida dos Jequitibás, que foi cercada para proibir a presença dos “maus cidadãos”; logo, tirou esse espaço público da população. Esse fato também lembra a lógica de certas escolas que, ao receber novos computadores com acesso à internet para o uso dos alunos, preferiam deixar a sala de informática fechada, para os alunos não estragarem os equipamentos. É uma lógica covarde!
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