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Segunda Feira, 06 de Abril de 2026

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Mais de 3 mil obras estão paradas em MT

10 de Julho de 2021 as 16h 00min

Obra de Escola Estadual está parada em Rondonópolis — Foto: TCE/MT

Mato Grosso tem, atualmente, 3.028 obras paralisadas, no valor de R$ 7,4 bilhões, segundo os dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Em reportagem publicada no site G1-MT, nota-se que se tratam de obras municipais e estaduais.

Os 30 municípios mato-grossense com o maior número de obras paradas são:

Alta Floresta (34)
Alto Paraguai (41)
Alto Taquari (33)
Aripuanã (48)
Barra do Bugres (57)
Barra do Garças (73)
Cáceres (49)
Campinápolis (33)
Campo Verde (27)
Canarana (46)
Cláudia (28)
Comodoro (31)
Cuiabá (184)
Guarantã do Norte (30)
Jaciara (40)
Juína (28)
Juscimeira (27)
Lucas do Rio Verde (35)
Matupá (33)
Paranatinga (53)
Pedra Preta (47)
Pontes e Lacerda (55)
Primavera do Leste (46)
Rondonópolis (269)
Sapezal (31)
Sinop (65)
Sorriso (37)
Tangará da Serra (58)
Várzea Grande (145)

Em todo o estado, 34% das obras são de infraestrutura e transporte. O segundo setor com maior número de obras paradas é o da Educação, com 24% dos casos.

Um exemplo é a obra de uma creche no Residencial Celina Bezerra, em Rondonópolis. A obra, que deve custar R$ 2,8 milhões, começou em 2020, mas já foi paralisada por rescisão contratual. A obra é municipal.

Já na esfera estadual, a Escola Estadual Luciene Cardoso de Oliveira, em Peixoto do Azevedo, teve o contrato assinado em 2017 para ter a obra iniciada.

No entanto, a escola, com a obra estimada em R$ 7 milhões, nunca ficou pronta. Ela foi paralisada em 2019 e em dezembro do ano passado, a Secretaria Estadual de Educação rescindiu o contrato com a empresa responsável.

Quase R$ 700 mil foram gastos para o início da obra paralisada.

Em terceiro lugar no ranking, estão as obras da Saúde, representando 12,7% dos casos.

Em seguida estão os seguintes setores:

Esporte (4,2%)
Administração Central (3,8%)
Meio Ambiente, recursos hídricos e saneamento (3,8%)
Urbanização e Habitação (3,7%)
Turismo (2,3%)
Ação Social (2,1%)
Agricultura (1,9%)
Assistência Social (1,7%)
Cultura (1%)
Segurança Pública (0,9%)

Fonte: G1-MT

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