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Segunda Feira, 16 de Fevereiro de 2026

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Mauro critica juros altos e alerta para risco fiscal

16 de Fevereiro de 2026 as 12h 22min

Dívida pública preocupa Executivo estadual – Foto: Divulgação

O governador Mauro Mendes voltou a atacar a manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado no Brasil. Para ele, a justificativa de controle da inflação tornou-se uma “desculpa” que agrava o endividamento público e impõe custos adicionais à população.

A declaração foi dada após questionamentos sobre a decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano em janeiro, mesmo diante de indicadores como bolsa em alta, dólar em queda e inflação considerada estável. “Sempre houve essa história no Brasil de que juros altos são para controlar a inflação. Já está comprovado que é uma grande desculpa”, afirmou. Segundo o governador, o país convive com inflação controlada há anos, mas mantém uma das maiores taxas de juros do mundo.

Na avaliação do chefe do Executivo estadual, o atual cenário pressiona diretamente a dívida pública federal, estimada em cerca de R$ 10 trilhões. Ele alertou que, sem solução para conter o avanço do endividamento, o país pode enfrentar um quadro de colapso fiscal. “Se o Governo Federal não conseguir encontrar uma solução para esse aumento do endividamento, o país pode, em algum momento, quebrar”, declarou.

Mendes também destacou o impacto prático da política monetária no cotidiano da população. Para ele, o custo do dinheiro afeta tanto o setor público quanto o orçamento doméstico das famílias. “Isso penaliza o serviço público, penaliza o cidadão no cartão de crédito, no juro bancário do financiamento da geladeira, na compra do carro novo”, disse. O governador acrescentou que os juros estão “embutidos, muitas vezes de maneira oculta”, nos preços pagos por consumidores que recorrem ao crédito.

Dados da Secretaria do Tesouro Nacional indicam que a dívida pública federal saiu de R$ 7,2 trilhões em novembro de 2024 para R$ 8 trilhões em agosto de 2025, alcançando R$ 8,253 trilhões em outubro do mesmo ano.

Fonte: DA REPORTAGEM

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