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Domingo, 15 de Março de 2026

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Mauro Mendes defende projeto federal para conter facções

22 de Novembro de 2025 as 06h 34min

Projeto endurece penas e amplia alcance legal – Foto: Mayke Toscano

O governador Mauro Mendes afirmou, em entrevista à rádio CBN de Cuiabá, que a aprovação do Projeto Antifacção pela Câmara representa um avanço decisivo para o combate ao crime organizado no país. 

Para ele, o atual arcabouço jurídico é insuficiente e permite que criminosos retornem rapidamente às ruas, mesmo após operações de grande porte realizadas pelos estados. “A nossa polícia prende. Já prendemos mais de dois mil faccionados este ano. Mas a lei é frouxa e a Justiça acaba tendo que soltar”, disse.

Mendes afirmou que a fragilidade da legislação tem impacto direto em Mato Grosso, onde o número de audiências de custódia que resultam em liberdade provisória permanece alto. Segundo ele, esse cenário desestimula o trabalho policial e contribui para a sensação de insegurança da população, reforçando a necessidade de mudanças estruturais. “A maioria dos bandidos que prendemos acaba sendo solta em audiência de custódia. Isso deixa a população vulnerável”, afirmou.

Se aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente, o projeto aumentará as penas para diferentes tipos de organização criminosa. Facções ultraviolentas passam a ser tipificadas com punição de oito a 15 anos. Homicídios cometidos por ordem de facções serão enquadrados como crime hediondo e terão pena de 12 a 30 anos. O texto também cria o crime de ‘domínio social estruturado’. “Virou líder de facção, esquece. Vai morrer na cadeia. Nunca mais volta para a sociedade”, explicou.

O governador afirmou que Mato Grosso continuará adotando política de tolerância zero contra facções criminosas. Ele disse que o Estado está preparado para ampliar a estrutura prisional caso o projeto seja aprovado e destacou que o objetivo é impedir o avanço territorial e econômico das organizações que atuam no país. “Se for preciso construir mais presídios, nós construímos. O importante é mostrar que o crime não compensa”, finalizou.

Fonte: DA REPORTAGEM

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