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Sexta Feira, 03 de Abril de 2026

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Mendes cita 30 anos de Fagundes na Câmara: “espero que MT não erre”

11 de Dezembro de 2025 as 19h 00min

MM disse que ainda é cedo para comentar cenário 2026 – Foto: Divulgação

O governador Mauro Mendes (União) afirmou que o senador Wellington Fagundes (PL) tem apenas experiência no legislativo brasileiro e, sugeriu, que ele não seria a melhor escolha para o comando do Palácio Paiaguás. WF teve aval para sua candidatura divulgada no último dia 3 de dezembro, após uma reunião com o presidente do PL nacional Valdemar Costa Neto. Ele foi deputado federal de 1991 até 2015, quando se elegeu senador.

Mendes evitou polemizar sobre a definição da sigla, que era dada como uma possível aliada a seu projeto. No entanto, Mendes comparou o perfil de Wellington a um gestor do passado. 

“É natural que os partidos façam lançamento de pré-candidaturas, e eu vejo isso com tranquilidade. Nós estamos distantes das eleições. O senador Wellington tem uma trajetória de mais de 30 anos na política no legislativo, e ele está se lançando ao Executivo e Mato Grosso já experimentou algo assim”, disse o governador.

Ainda que não tenha citado nomes, provavelmente Mendes tenha se referido ao ex-governador Pedro Taques que também foi senador (2011-2014) antes de assumir o Paiaguás (2015-2019).

“Mas faz parte do debate. É muito cedo para comentar. Vamos esperar entrar 2026, o ano eleitoral”, disse o governador.

Mendes concorreu com Taques em 2018, quando venceu a eleição. Hoje, tem apoiado, publicamente, a candidatura de seu vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Palácio Paiaguás.

À imprensa, Mendes disse esperar que os mato-grossenses votem corretamente, e citou um passado de gestão de “gente inexperiente e desonesta”. “E eu só espero que Mato Grosso não erre. Porque já pagamos um preço muito caro com gente inexperiente e desonesta em um passado muito próximo”, afirmou.

Os dois últimos governadores antes de Mendes foram Pedro Taques e Silval Barbosa. O último teve delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: DA REPORTAGEM

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